Leitura da Palavra de Deus: A Biblia Sagrada

Junho 09 2019

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A TRINDADE:

Deus Pai, Filho e Espírito Santo

“Porque três são os que testificam no céu, o Pai, a Palavra e o Espirito Santo; e estes três são um. E três são os que testificam na terra: o Espirito, e a agua, e o sangue; e estes três concordam num.” (I João 5:7-8)

"No principio, era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus" (João 1:1)

“E o verbo se fez carne e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do Unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.” (João 1:14).

>> Deus Pai <<

“E disse Deus: Façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança; e o domine sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre o gado, e sobre a terra, e sobre todo réptil que se move sobre a terra.” (Genesis 1:26)

>> Jesus <<

“Porque um menino nos nasceu, um filho se nos deu; e o principado está sobre os seus ombros; e o seu nome será Maravilhoso Conselheiro, Deus Forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz” (Isaías 9:6)

>> Espirito Santo <<

Deus é Espirito, e importa que os que o adoram o adorem em espirito e em verdade.” (João 4:24)

>> Deus único <<

“um só Senhor, uma só fé, um só batismo; um só Deus e Pai de todos , o qual é sobre todos, e por todos, e em todos.” (Efésios 4:5-6)

Há um só Deus, mas manifesta-se de três formas, porém uma só Divindade com a mesma glória e o mesmo poder para cada uma das três pessoas.

O próprio Jesus Cristo declarou esta tri-unidade e ordenou que se falasse sobre ela no baptismo "em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo (Mateus 28:19).

Analisemos na Palavra de Deus os atributos da TRINDADE reflectindo sobre o único e verdadeiro Deus e cada uma das três pessoas percebendo que têm os mesmos os atributos e por isso fazem parte de uma unidade.

<> DEUS ÚNICO, com os seguintes atributos:

-- Deus: Deuteronómio 4:35 -- 4:39

-- Senhor: Isaías 45:5-6

-- Criador: Isaías 45:18

-- Eterno: Isaías 24:6

-- Omnipotente: Deuteronómio 3:24

-- Omnipresente: Jeremias 23:23-24

-- Omnisciente: Daniel 2:20-22


<> PAI, com os seguintes atributos:

-- Deus: 1 Coríntios 8:5-6

-- Senhor: 2 Coríntios 6:18

-- Criador: Neemias 9:6

-- Eterno: Salmo 90:2

-- Omnipotente: Efésios 1:17, 19 e 21

-- Omnipresente: Amós 9:2-3

-- Omnisciente: Salmo 139:2-6

 

<> JESUS, com os seguintes atributos:

-- Deus: 1 João 5:20

-- Senhor: Filipenses 2:10-11

-- Criador: Colossenses 1:15-17

-- Eterno: Hebreus 13:8

-- Omnipotente: Mateus 28:18

-- Omnipresente: Mateus 18:19-20

-- Omnisciente: João 2:24-25


<> ESPIRITO SANTO, com os seguintes atributos:

-- Deus: João 4:24

-- Senhor: 2 Coríntios 3:17

-- Criador: Jó 33:4

-- Eterno: Génesis 1:2

-- Omnipotente: Zacarias 4:6

-- Omnipresente: Salmo 139:7-10

-- Omnisciente: João 14:26

 

 

publicado por Miguel Sousa às 17:07

Março 23 2018

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A vinda de Jesus é em duas fases diferentes?

A 1ª, o Arrebatamento da Igreja; e a 2ª o aparecimento glorioso de Cristo para arrebatar os Judeus?

Ou por outras palavras: haverá duas segundas vindas, ou uma 2ª e uma 3ª vinda de Jesus?

Taxativamente, Não!

 

Existe uma teoria teológica que nos diz que a vinda de Jesus será em 2 fases diferentes: primeiro viria invisivel para arrebatar a Igreja e depois viria visivelmente arrebatar os judeus. Só que na realidade não existe sequer a palavra “fase” ou “fases” nas nossas Biblias e daí vemos que esta teoria já começa com o fundamento errado pois está fora da Palavra de Deus.

 

“De sorte que a fé é pelo ouvir, e o ouvir pela Palavra de Deus” (Romanos 10:17)

 

A crer nessa tese absurda teríamos 2 segundas Vidas de Jesus, ou haveria uma 2ª Vinda de Jesus e por ultimo uma 3ª vinda.

 

Recapitulando o que foi exposto no texto anterior, o Arrebatamento da Igreja mencionado no versiculo 17 de 1 Tessalinicenses 4 se dará na Vinda de Jesus do versiculo 15 do mesmo capítulo.

 

Ora vamos lá ver como será essa vinda. Será que é mesmo em duas fases, ou etapas, ou uma só?

Hebreus 9:27-28

“E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo, assim também Cristo, oferecendo-se uma vez para tirar os pecados de muitos, aparecerá segunda vez, sem pecado, aos que o esperam para salvação.”

 

O texto é bem claro e prova que Jesus Cristo veio uma vez em carne para morrer pelos nossos pecados e virá uma segunda vez “para os que o esperam para a salvação”, ou seja, para arrebatar os salvos, isto é, a Igreja.

 

Por isso não existe nada nas escrituras acerca de 2 segundas vindas, ou de uma segunda vinda em duas fases distintas mas Jesus virá uma só vez para arrebatar os seus escolhidos, derramar a sua ira e depois derrotar definitivamente o Anticristo e o Falso Profeta no Armagedão lançando-os vivos no Lago de Fogo.

 

publicado por Miguel Sousa às 22:44

Março 17 2018

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O Arrebatamento e a Vinda do Senhor são duas coisas diferentes?

Sim e não!

 

Sim, porque são 2 acções diferentes:

-- Uma coisa é a acção de Jesus vindo nas nuvens descendo do céu.

-- Outra coisa é acção de arrebatar os salvos desde a terra até ao céu onde Jesus está.

 

E Não, porque em termos temporais o Arrebatamento se dará precisamente na Vinde de Jesus e não 7 anos antes como apregoam a maioria dos Pastores actuais.

 

A maioria dos teólogos, mestres, pastores e pregadores dizem que o Arrebatamento e a Vinda de Jesus são duas coisas totalmente diferentes e separadas no tempo por 7 anos, ou seja, para eles o Arrebatamento da Igreja se dará antes do início dos 7 anos da 70ª Semana de Daniel capítulo 9 (que muitos erradamente a chamam de Grande Tribulação) e, segundo eles, a Vinda de Jesus ocorreria somente no final dessa semana de anos quando Ele vier combater na batalha do Armagedão. Também, segundo os pré-tribulacionistas, Jesus viria invisível, ou secretamente primeiro e só depois viria visivelmente e em glória.

Mas se essa teoria fosse a verdade, haveria pelo menos um versiculo Biblico a respaldar, contudo, não há!

 

Existem 3 textos base que os pré-tribulacionistas usam para falar acerca do Arrebatamento da Igreja. E são eles:

 

1 Tessalonicenses 4:13-18

“Não quero, porém, irmãos, que sejais ignorantes acerca dos que já dormem, para que não vos entristeçais, como os demais, que não têm esperança. Porque, se cremos que Jesus morreu e ressuscitou, assim também aos que em Jesus dormem, Deus os tornará a trazer com ele. Dizemo-vos, pois, isto, pela palavra do Senhor: que nós, os que ficarmos vivos para a vinda do Senhor, não precederemos os que dormem. Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com eles nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. Portanto, consolai-vos uns aos outros com estas palavras.”

 

1 Coríntios 15:51-52

“Eis aqui vos digo um mistério: Na verdade, nem todos dormiremos, mas todos seremos transformados; Num momento, num abrir e fechar de olhos, ante a última trombeta; porque a trombeta soará, e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.”

 

 

João 14:1-3

“Não se turbe o vosso coração; credes em Deus, crede também em mim. Na casa de meu Pai há muitas moradas; se não fosse assim, eu vo-lo teria dito. Vou preparar-vos lugar. E quando eu for, e vos preparar lugar, virei outra vez, e vos levarei para mim mesmo, para que onde eu estiver estejais vós também.”

 

Nenhum deles afirma que o Arrebatamento da Igreja e a Vinda de Jesus Cristo são 2 eventos totalmente distintos e separados no tempo por 7 anos.

 

Em 1 Coríntios 15:51-52 nada diz acerca do Arrebatamento em si, mas fala apenas da ressurreição dos mortos em Cristo, ou dos que dormem em Cristo, e da transformação dos vivos. Acções essas que antecedem o arrebatamento da Igreja. Mas o texto nada fala acerca do Arrebatamento ou do tempo em em que ele ocorrerá.

 

Em João 14:1-3 vemos que o Arrebatamento mencionado no versiculo 3, expresso na expressão “vos levarei para mim mesmo” ocorre não 7 anos antes mas precisamente na Vinda de Jesus Cristo mencionada no mesmo versículo com a expressão “virei”, facto esse que vem comprovar que este texto é uma prova cabal que o Arrebatamento se dará na Vinda de Jesus Cristo.

 

Por ultimo, o texto de 1 Tessalonicenses 4:13-17 dentro do seu contexto prova que o Arrebatamento não se dará 7 anos antes da vinda mas sim ele se dará na Vinda de Jesus.

 

Reparemos que o Arrebatamento da Igreja mencionado por Paulo no versículo 17 se dará precisamente na Vinda do Senhor Jesus mencionada no versiculo 15 o que vem provar taxativamente que estes dois eventos - Arrebatamento e a Vinda de Jesus Cristo - se darão no mesmo acto temporal, isto é, no mesmo dia.

 

Observemos 1 Tessalonicenses 3:13

“Para confirmar os vossos corações, para que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso Senhor Jesus Cristo com todos os seus santos”

E quem são os santos?

A Palavra de Deus responde-nos em Marcos 8:38

“Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos”

 

Conclusão

Conclui-se pois que o Arrebatamento da Igreja não acontecerá 7 anos antes da Vinda de Jesus mas o Arrebatamento se dará precisamente na Vinda do Senhor Jesus.

 

publicado por Miguel Sousa às 16:40

Setembro 15 2016

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publicado por Miguel Sousa às 14:19

Julho 30 2016

 

A nossa vida é uma viagem cheia de imprevistos. Podemos desfrutar do percurso ou vivermos constantemente preocupados com o futuro. “Qual de vós, por mais que se preocupe, poderá prolongar um pouco o tempo da sua vida?!" (Mateus 6:27). Estas palavras de Jesus revelam-nos que não adianta viver em constante stress. Em vez de prolongar a vida, podemos até encurtá-la, dando lugar a problemas de saúde.

 

A vontade de Deus é esta: “Não andem preocupados!” (Mateus 6:25). Mas Deus vai ainda mais longe. Ele propõe-nos que O busquemos em oração, partilhando com Ele o que nos preocupa, as nossas necessidades e anseios. Ele promete ajudar-nos! Pedir ajuda a Deus não é sinal de fraqueza mas sinal de fé num Deus que pode fazer muito além das nossas capacidades.

 

Deus é poderoso para ajudar-me em todas as situações da minha vida! Deus conhece tudo: o meu passado, o presente e o futuro! Ele é totalmente capaz de me socorrer no momento certo. Em todo o mundo, milhares de cristãos dão testemunho acerca da graça que experimentaram de Deus, em momentos de dificuldades. Ele prometeu estar sempre connosco. Nunca vai abandonar aquele que confia n’Ele!

publicado por Miguel Sousa às 23:09

Julho 30 2016

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publicado por Miguel Sousa às 18:08

Maio 13 2016

As pessoas viram, diariamente, as costas para Deus

 

A Bíblia é absolutamente clara ao dizer que devemos adorar somente a Deus. As únicas ocorrências na Bíblia, de alguém além de Deus, receber adoração, são em relação a falsos deuses, que são Satanás e os seus demónios. Todos os seguidores do Senhor, rejeitam adoração a eles dirigida. Pedro e os apóstolos recusaram-se a ser adorados (Atos 10:25-26; 14:12-15). Os santos anjos recusaram-se a ser adorados (Apocalipse 19:10; 22-9). A resposta é sempre a mesma: “Adora a Deus!”

 

Os católicos romanos tentam “fazer vista grossa” a estes claros princípios das escrituras sagradas dizendo que não “adoram” Maria ou santos, mas que, ao invés disso, somente “veneram” Maria e os santos. Usar uma palavra diferente não muda a essência do que está a ser feito. Uma definição de “venerar” é “olhar com respeito e reverência”. Em nenhum lugar da Bíblia é nos dito para que reverenciemos qualquer um que não seja Deus, e apenas Deus. Não há nada de errado em respeitar estes cristãos cheios de fé que nos antecederam (Hebreus 11). Não há nada de errado em honrar Maria como a mãe terrena de Jesus. A Bíblia descreve Maria como “agraciada” do Senhor (Lucas 1:28). Ao mesmo tempo, não há qualquer instrução na Bíblia para que reverenciemos aqueles que já foram para o Céu. Devemos sim seguir o exemplo que deram, mas não adorá-los, reverenciá-los ou venerá-los, não isso!

 

Quando forçados a admitir o que eles fazem, ou seja, adorar Maria, os católicos dizem que eles adoram a Deus através dela, louvando a maravilhosa criação que Deus fez. Maria, nas suas mentes, é a mais bela e maravilhosa criação de Deus e, louvando-a, eles estão a louvar o seu Criador. Para os católicos, isto é o mesmo que elogiar um artista por meio do elogio da sua escultura ou pintura. O problema com isto é que Deus explicitamente ordena contra a adoração a Ele através das coisas criadas. Não nos devemos curvar e adorar qualquer semelhança do que há em cima nos céus nem em baixo na terra (Êxodo 20:4-5). Romanos 1:25 não poderia ser mais claro: “Pois mudaram a verdade de Deus em mentira, e honraram e serviram mais a criatura do que o Criador, que é bendito eternamente. Amém.” Sim, Deus criou coisas maravilhosas e surpreendentes. Sim, Maria era mulher piedosa, que é digna de nosso respeito. Não, absolutamente não devemos adorar a Deus de forma “indireta” ao louvarmos outras coisas (ou pessoas) que Ele criou. Fazê-lo é óbvia idolatria.

 

A maioria dos católicos “venera” Maria e os santos rezando a eles. A reza/oração a qualquer um que não seja apenas Deus é antibíblico - orar a santos e Maria. Se Maria e/ou os santos recebem orações, ou petições, isto é prática não-bíblica. A oração é um ato de adoração. Quando oramos a Deus, estamos a admitir que precisamos da Sua ajuda. Direcionar as nossas orações a qualquer um que não seja Deus, é roubar de Deus a glória que é somente Sua.

 

Outra forma que os católicos têm de “venerar” Maria e os santos é a criação de estátuas e imagens. Muitos católicos usam imagens de Maria e/ou dos santos como “amuletos de boa sorte”. Qualquer leitura superficial da Bíblia irá revelar que esta prática é evidente idolatria (Êxodo 20:4-6; 1 Coríntios 12:12; 1 João 5:21). Rezar passando os dedos nas contas do rosário é idolatria. Acender velas perante uma estátua ou retrato de santos é idolatria. “Passear” (procissões) com estátuas de santos é idolatria...

 

A terminologia não é a questão. Se a prática é descrita como “adoração” ou “veneração”, ou qualquer outro termo, o problema é o mesmo. A qualquer momento que creditarmos algo que pertence a Deus a qualquer outro alguém, isto é idolatria. A Bíblia, em nenhum lugar, nos instrui para que reverenciemos, oremos, confiemos ou “idolatremos” qualquer um que não seja Deus. Devemos adorar somente a Deus. Glória, louvor e honra pertencem somente a Deus. Somente Deus é digno de “...receber glória, e honra, e poder...” (Apocalipse 4:11). Somente Deus é digno de receber nossa adoração, exaltação e louvor (Neemias 9:6; Apocalipse 15:4).

 

publicado por Miguel Sousa às 10:23

Maio 08 2016

 

1) A sabedoria é melhor do que o ouro

2) A sabedoria é melhor do que a prata

“Porque é melhor a sua mercadoria do que artigos de prata, e maior o seu lucro que o ouro mais fino.” (Provérbios 3:14)

“Melhor é o meu fruto do que o ouro, do que o ouro refinado, e os meus ganhos mais do que a prata escolhida.” (Provérbios 8:19)

 

3) A sabedoria é melhor do que rubis

“Mais preciosa é do que os rubis, e tudo o que mais possas desejar não se pode comparar a ela.” (Provérbios 3:15)

“Porque melhor é a sabedoria do que os rubis; e tudo o que mais se deseja não se pode comparar com ela.” (Provérbios 8:11)

 

4) Um homem desprezado é melhor do que aquele que honra a si mesmo

“Melhor é o que se estima em pouco, e tem servos, do que o que se vangloria e tem falta de pão.” (Provérbios 12:9)

 

5) O pouco com o temor do Senhor é melhor do que os tesouros onde há inquietação

“Melhor é o pouco com o temor do SENHOR, do que um grande tesouro onde há inquietação.” (Provérbios 15:16)

 

6) Um prato de hortaliças onde há amor é melhor do que um banquete onde há ódio

“Melhor é a comida de hortaliça, onde há amor, do que o boi cevado, e com ele o ódio.” (Provérbios 15:17)

 

7) O homem tardio em irar-se é melhor do que o descontrolado, ainda que poderoso

“Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade.” (Provérbios 16:32)

 

8) O homem que controla os seus ânimos é melhor do que o herói de reações imprevisíveis

“Melhor é o que tarda em irar-se do que o poderoso, e o que controla o seu ânimo do que aquele que toma uma cidade.” (Provérbios 16:32)

 

9) Um pedaço do pão, e com ele a tranquilidade, é melhor do que iguarias acompanhadas de desavença

“É melhor um bocado seco, e com ele a tranqüilidade, do que a casa cheia de iguarias e com desavença.” (Provérbios 17:1)

 

10) O pobre honesto é melhor do que o tolo de lábios perversos

“Melhor é o pobre que anda na sua integridade do que o perverso de lábios e tolo.” (Provérbios 19:1)

 

11) O pobre é melhor do que o mentiroso

“O que o homem mais deseja é o que lhe faz bem; porém é melhor ser pobre do que mentiroso.” (Provérbios 19:22)

 

12) É melhor morar sozinho num lugar pequeno do que numa casa ampla com uma mulher assanhada

“É melhor morar num canto de telhado do que ter como companheira em casa ampla uma mulher briguenta.” (Provérbios 21:9)

“Melhor é morar só num canto de telhado do que com a mulher briguenta numa casa ampla.” (Provérbios 25:24)

 

13) É melhor morar no deserto do que com uma mulher rixosa e irritadiça

“É melhor morar numa terra deserta do que com a mulher rixosa e irritadiça.” (Provérbios 21:19)

 

14) É melhor ser exaltado do que ser rebaixado diante dos homens

“Porque melhor é que te digam: Sobe aqui; do que seres humilhado diante do príncipe que os teus olhos já viram.” (Provérbios 25:7)

 

15 A repreensão franca é melhor do que o amor encoberto

“Melhor é a repreensão franca do que o amor encoberto.” (Provérbios 27:5)

 

16) O vizinho perto é melhor do que o irmão longe

“Não deixes o teu amigo, nem o amigo de teu pai; nem entres na casa de teu irmão no dia da tua adversidade; melhor é o vizinho perto do que o irmão longe.” (Provérbios 27:10)

 

17) O justo pobre é melhor do que o rico impio

“Melhor é o pobre que anda na sua integridade do que o de caminhos perversos ainda que seja rico.” (Provérbios 28:6)

publicado por Miguel Sousa às 18:38

Março 26 2016

Quando Deus chamou a Abraão, fez-lhe uma promessa: iria fazer dele uma grande nação, um povo escolhido. Porém, advertiu-lhe de antemão que, antes da concretização dessa promessa os seus descendentes experimentariam muitos anos de sofrimento e escravidão. Mas, Deus informou também que iria abençoar esse povo e livrá-los da escravidão (Gênesis 15:13-14; Êxodo 12:41).

 

Abraão morra, mas Deus ratifica a promessa aos seus descendentes, os patriarcas Isaque e Jacó. Mas, é por meio de José, filho de Jacó e bisneto de Abraão, que a história dessa família vai tomando forma. Ele enfrentou a traição dos irmãos, foi vendido como escravo para o Egito, foi preso, sofreu muito, até que interpretou os sonhos do Faraó, os quais mostravam que haveria sete anos de fartura e sete de fome. Assim, foi elevado à condição de vice-rei com a missão de suprir o mundo de alimentos no período de crise.

 

Foi por conta dele que a família de Jacó foi parar no Egito. Após sua morte, um Faraó que não conhecia a história da sua nação subiu ao trono e começou a oprimir o povo que um dia os salvou. Ele mandou matar todos os meninos recém-nascidos. Deus salva milagrosamente um destes meninos, Moisés, e mais tarde o usa para ser o libertador deste povo.

 

Percebemos que em todo o tempo Deus está na gestão da história, e zela pelos seus, mesmo quando tudo parece perdido. Estava nos planos de Deus libertar o Seu povo, Ele já havia prometido! E quando Deus decide agir, nenhum homem ou demónio Lhe pode impedir. Pode até se opor, e neste caso, Deus aproveita para demonstrar o Seu poder, que tem uma dupla função: ensinar ao seu povo preciosas lições enquanto administra juízo sobre os seus opositores.

 

Deus já havia enviado nove pragas, agora a última e decisiva estava por vir. Mas Ele não faz nada sem avisar, mesmo a incrédulos, para que tenham oportunidade de arrependimento e não tenham o que argumentar contra a justiça de Deus. Nesta décima praga, morreriam todos os filhos mais velhos (os primogênitos), da casa de Faraó ao mais humilde servo e também dos animais.

 

À meia noite, o “anjo da morte” passaria por todas as casas do Egito. Somente a casa que tivesse aspergido sangue nos umbrais e nas vergas das portas é que seria poupada, e o anjo não entraria para executar a sua missão. Esta “passagem” do anjo (no hebraico ‘pesah’), originou o nome da festa – páscoa. Por não dar crédito aos avisos de Deus é que o incrédulo é punido e castigado. Vale lembrar dos tempos de Noé, e dos dias que antecederão o juízo final.

 

Deus faz distinção (Êxodo 11:7)

 

Deus faz distinção entre aqueles que são seu povo e os que não são. Mesmo estando entre os egípcios, o povo de Deus não era egípcio. Mesmo estando no mundo, o povo de Deus não é do mundo (João 17:17-16). Estão, mas não são; há algo que os diferencia. É igualmente verdade que há muitos que estão na igreja mas não são do reino; estão entre os salvos mas são perdidos; lobos no meio das ovelhas. A bênção de um significa maldição para o outro. A prosperidade de um é o despojo do outro. O livramento de um trás castigo para o outro. O que para um é motivo de adoração para o outro é motivo de blasfémia. Enquanto um se alegra e celebra, o outro geme e amaldiçoa.

 

Acreditar na palavra de Deus e obedecer suas ordenanças é a marca do povo de Deus, enquanto a incredulidade, a obstinação e a rebeldia é a marca dos que não são. Os que temem ao Senhor são abençoados e protegidos na mesma proporção em que os desobedientes e rebeldes são punidos.

 

Primeiro foi o povo de Deus quem gemeu debaixo da opressão dos seus adversários, e clamava pedindo livramento, a Deus (Êxodo 2:23), e a Faraó (Êxodo 5:15). Agora serão os egípcios quem clamarão e gemerão diante do juízo divino (Êxodo 11:6). Deus ouve o clamor do seu povo. Deus é o vingador do seu povo. Não se pode afrontar o seu povo sem que esteja afrontando a Ele próprio. E quando Deus ou seu povo é afrontado, o juízo se torna iminente (1 Samuel 17; 2 Reis 19; Salmo 74:10).

 

O livramento (Êxodo 12:23)

 

Ao seu povo Deus providencia o escape, a saída, porque zela por ele. O sangue nas vergas e umbrais da porta era o sinal de que naquela casa havia uma família que pertencia a Deus, ouvia sua voz, cria em sua palavra e lhe obedecia, sendo assim, era uma família que estava segura, debaixo da proteção e da cobertura da graça. A cobertura do sangue não levava em conta os pecados pessoais, mas o fato de que aquelas pessoas estavam em aliança com Deus e pertenciam a Ele. Passar o sangue era um ato de obediência, era um ato que indicava fé. Crer que Deus promete e cumpre. Crer que Ele honraria a sua palavra de proteger aos seus enquanto o juízo era executado. Crer, a ponto de não deixar a proteção do sangue, e não sair de casa, senão pela manhã. A páscoa por si mesma não era a redenção, mas o despertar da redenção, a indicação de que esta se aproximava. O povo de Deus deixaria o Egito como um exército vitorioso, carregando os despojos do inimigo(Êxodo 12:35-36).

 

O rico simbolismo

 

Somos enriquecidos com o simbolismo que a páscoa apresenta. Um cordeiro morreu no lugar de um filho na casa de Israel. Uma vida inocente foi sacrificada para que outra se pudesse salvar. Isto aponta para o sacrifício vicário de Cristo, o inocente morrendo no lugar do pecador. A morte de Cristo na cruz seria a vida da humanidade. O cordeiro tinha que ser um macho de um ano, sem defeito, sem mancha, e não poderia ter nem um osso partido (Êxodo 12:46). Não é em vão que o Novo Testamento aponta para Cristo, nosso cordeiro, nossa páscoa, inclusive cumprindo este detalhe (João 19:36; 1 Coríntios 5:7).

 

As ervas amargas serviam para lhes lembrar o amargor da escravidão. A escravidão é algo que deve ser amargamente relembrada. A liberdade é algo precioso. O Espírito de Deus dá liberdade, enquanto as forças das trevas escravizam (João 8:36; 2 Coríntios 3:17). Israel jamais teria se libertado sozinho.

 

Deveriam fazer os pães sem fermento e jogar fora todo o fermento que tivessem em casa. A ausência do fermento indicava pressa (não daria tempo à massa crescer), eles deviam estar preparados e prontos para a liberdade. O fermento, símbolo da corrupção, ensinava que eles precisavam romper com a cultura, a idolatria e os pecados do Egito (Mateus 16:12; Lucas 12:1; 1 Coríntios 5:6-8). Eles deveriam deixar para trás, abandonar, colocar fora.

 

A páscoa marcaria para eles o inicio de um novo ano. O seu calendário religioso teria início com a páscoa. Sendo assim, a páscoa marca o começo da vida de Israel como nação e indica nova vida. A páscoa é uma festa histórica que lembra os atos salvíficos de Deus. É uma festa de educação religiosa, que visava instruir as gerações futuras a crerem em Deus, a serem gratos e fieis a quem os libertou, a quem zela por eles, abençoa e protege. A páscoa fazia os judeus relembrarem o maravilhoso livramento que Deus operou ao tirar da terra do Egito os seus antepassados após ter Ele matado os primogênitos dos egípcios. Mas tinha o propósito de servir de sinal daquela muito maior redenção e livramento da servidão ao pecado, que foi realizada por Jesus.

 

A páscoa relembrava aos judeus que a aspersão do sangue, nas vergas das portas das casas de seus antepassados, livrou-os da espada do anjo destruidor. Tinha por objetivo ensinar que o sangue de Cristo, aspergido sobre a consciência do pecador arrependido, purifica-o de toda mácula do pecado e livra o pecador da ira vindoura. A páscoa fazia os judeus rememorarem o fato de que nenhum dos seus antepassados esteve isento de ser destruído pelo anjo, na noite em que ele matou os primogênitos egípcios, a menos que tivessem comido do cordeiro que fora morto. Todos os que quiserem receber o benefício eterno da expiação efetuada por Cristo precisam alimentar-se dEle, pela fé, acolhendo-o nos seus corações.

 

No início, a páscoa era uma comemoração doméstica e familiar, sem templo, altar, sacerdote. O chefe da família era o sacerdote. Isto mostra a importância que a família e o lar tem nos planos de Deus. Ele incentiva a celebração e a adoração no lar. Com o tempo, a páscoa passou a ser comemorada no templo, oficializada por um sacerdote profissional, e se tornou mais pública e formal (grupos reuniam-se por consentimento, como Jesus e os seus discípulos, como uma família, para celebrar a páscoa). Este fato representa a igreja institucional de hoje em contraposição à igreja menos formal do passado, que se reunia nos lares para celebrar a Deus.

 

O grande ajuntamento do povo de Deus, a grande assembleia, já era uma figura do ajuntamento da igreja. Houve uma guerra espiritual. Os poderes espirituais que estavam por trás dos símbolos adorados seriam derrotados e julgados como os egípcios (Êxodo 12:12). Então, a páscoa foi uma derrota não só para os inimigos humanos do povo de Deus, mas também do inimigo espiritual.

 

A última páscoa 

 

A páscoa cristã (Lucas 22:7-23) Um acontecimento tão importante como a páscoa, que deu origem a nação de Israel, não poderia ser ignorada pelo Novo Testamento. Pelo menos cinco ideias estão claramente implícitas e podem ser aplicada aos cristãos. A morte de Cristo ocorreu exatamente no período da páscoa. A páscoa é uma festa exclusivamente judaica, os gentios foram excluídos da comemoração (Êxodo 12:43-49), mas a Ceia substitui a páscoa judaica. Assim, festejamos e relembramos a morte e ressurreição de Cristo. A nossa páscoa chama-se Ceia do Senhor, ou como alguns preferem, “santa Ceia”

 

Houve uma conexão intencional entre o tempo da páscoa judaica e o tempo da morte de Cristo. Não foi por acaso, mas pela determinação providencial de Deus, que nosso Senhor foi crucificado na semana da páscoa e no dia exato em que o cordeiro pascal costumava ser imolado. O intuito disso foi o de chamar a atenção da nação judaica para Aquele que é o verdadeiro cordeiro de Deus. O cristão, tal como os antigos israelitas, devem pôr de lado o fermento do pecado, da corrupção, da malícia, da desobediência, substituindo pelos pães asmos da sinceridade e da verdade (1 Coríntios 5:7).

 

A última ceia foi inicialmente uma refeição pascal (João 18:28; 19:14). Após a refeição pascal, o Senhor instituiu o seu equivalente, ou seu substituto cristão. Ele é a nossa páscoa. Nós celebramos a ceia que relembra Cristo, o nosso cordeiro pascal. A ideia de uma aliança e do início de uma nova nação estão presentes. Cristo fez uma nova aliança e por meio da sua Igreja, dá inicio a uma nova nação, uma nova humanidade, composta de pessoas de todas tribos, línguas e raças, uma nação sem fronteiras.

 

Quanto ao êxodo cristão, certamente que éramos escravos do pecado, mas fomos libertos da escravidão para viver uma nova vida. Cristo é o que nos liberta da escravidão do pecado. Portanto, se o cordeiro assado, os pães sem fermento, as ervas amargas eram os símbolos da páscoa do judeu, o pão e o vinho é o símbolo da páscoa do cristão. Quanto aos coelhos e aos ovos de chocolate, são apenas símbolo de um comércio espertalhão e aproveitador, e de uma religiosidade sincretista.

 

Concluindo

 

Pensemos na páscoa sobre a perspectiva dos egípcios. Acham que esta é para eles um dia de festa? Certamente que não! É um dia de luto, de tristeza. Portanto, a páscoa só pode ser comemorada por aquele que pertence a Deus, aquele que lhe obedece, que nele crê. Só estes têm razões para celebrar.

 

Se você pertence a Deus, deve celebrar. Deus quer que seu povo celebre, adore, comemore, festeje. Então, alegria, pois a sua redenção chegou. Celebração continua ajuda na lembrança continua, na ação de graça contínua, caso contrário, corremos o risco de esquecer os grandes atos salvíficos de Deus a nosso favor (1 Coríntios 11:23-26). Se você não pertence a Deus, deve preocupar-se pois o juízo de Deus é iminente, como pretendes escapar? “E, como aos homens está ordenado morrerem uma vez, vindo depois disso o juízo” (Hebreus 9:27). “Eis que o juiz está à porta” (Tiago 5:9).

 

“Bem-aventurados os que lavam as suas vestiduras no sangue do Cordeiro para que tenham direito à árvore da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.” (Apócalipse 22:14)

publicado por Miguel Sousa às 15:47

Março 13 2016

“E, dizendo ele isso, todos os seus adversários ficaram envergonhados, e todo o povo se alegrava por todas as coisas gloriosas que eram feitas por ele.” (Lucas 13:17)

 

A hipocrisia sempre causa vergonha, assim como:

 

O pecado [“E disse: Meu Deus! Estou confuso e envergonhado, para levantar a ti a minha face, meu Deus; porque as nossas iniquidades se multiplicaram sobre a nossa cabeça, e a nossa culpa tem crescido até aos céus” (Esdras 9:6)],

 

A apostasia [“Ó Senhor, esperança de Israel, todos aqueles que te deixam serão envergonhados; os que se apartam de mim serão escritos sobre a terra; porque abandonam o Senhor, a fonte das águas vivas.” (Jeremias 17.13)],

 

O temor dos homens [“Porquanto, qualquer que, entre esta geração adúltera e pecadora, se envergonhar de mim e das minhas palavras, também o Filho do homem se envergonhará dele, quando vier na glória de seu Pai, com os santos anjos” (Marcos 8:38)],

 

O egoísmo [“E, vindo o que te convidou a ti e a ele, te diga: Dá o lugar a este; e então, com vergonha, tenhas de tomar o derradeiro lugar.” (Lucas 14:9)]

 

E todas as más obras [“E que fruto tínheis então das coisas de que agora vos envergonhais? Porque o fim delas é a morte.” (Romanos 6:21)];

 

Mas a inocência [“E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam” (Gênesis 2:25)],

 

A confiança em Deus [“Deus meu, em ti confio, não me deixes confundido, nem que os meus inimigos triunfem sobre mim.” (Salmo 25:2)],

 

A esperança [“E a esperança não traz confusão, porquanto o amor de Deus está derramado em nossos corações pelo Espírito Santo que nos foi dado.” (Romanos 5:5)],

 

O evangelho [“Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” (Romanos 1:16)],

 

A fé [“Como está escrito: Eis que eu ponho em Sião uma pedra de tropeço, e uma rocha de escândalo; E todo aquele que crer nela não será confundido.” (Romanos 9:33); “Porque a Escritura diz: Todo aquele que nele crer não será confundido.” (Romanos 10:11)],

 

A aprovação [“Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade.” (2 Timóteo 2:15)]

 

E toda justiça [“Então não ficaria confundido, atentando eu para todos os teus mandamentos.” (Salmos 119:6)]

 

Nunca farão ninguém envergonhar-se. O evangelho ensina que qualquer um que crer na verdade de todo o coração não será envergonhado [“Como está escrito: Eis que eu ponho em Sião uma pedra de tropeço, e uma rocha de escândalo; E todo aquele que crer nela não será confundido.” (Romanos 9:33)].

 

O segredo da libertação contra a hipocrisia e a vergonha é conhecer a verdade que liberta [“E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará. Responderam-lhe: Somos descendência de Abraão, e nunca servimos a ninguém; como dizes tu: Sereis livres? Respondeu-lhes Jesus: Em verdade, em verdade vos digo que todo aquele que comete pecado é servo do pecado. Ora o servo não fica para sempre em casa; o Filho fica para sempre. Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres.” (João 8:32-36); “Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.” (Romanos 1:16)]

publicado por Miguel Sousa às 20:06

Março 12 2016

Tempos de silêncio divino podem ser ensurdecedores. Podem deixar-nos perplexos. Questões não respondidas. Preces não atendidas. Problemas não resolvidos. Isso agita-nos; abate-nos. Às vezes até… revolta-nos. Não entendemos o silêncio de Deus. Mas ele nunca é por falta de atenção, de cuidado, ou de amor.

 

Uma pausa na música não é a ausência da música. É um tempo para que aquilo que vem a seguir tenha um maior impacto. Os Seus silêncios são também pausas de soberania e sabedoria divina que chamam a nossa atenção, que nos transformam e preparam para o que está para vir.

 

Outra coisa importante sobre o Seu silêncio: não é permanente. Depois do silêncio, Deus grita com força: “por muito tempo me calei; estive silencioso, mas agora gritarei com força, como uma mulher que está a ter um filho” (Isaías 42:14). E ao som da sua voz, coisas impressionantes acontecem: “Nivelarei as montanhas, as elevações. Farei secar a densa vegetação. Os cursos de água e as lagoas se tornarão em terra firme” (Isaías 42:15). “Guiarei os cegos por um caminho pelo qual nunca tinham andado, por vias que ignoravam. Farei com que as trevas se tornem luz diante deles. Alisarei o caminho que têm de pisar. Nunca me esquecerei deles” (Isaías 42:16).

 

Se tem andado sem esperança, sem ver solução, não tema! Deus vai guiá-lo(a) a lugares onde, por si mesmo, você nunca chegaria. As trevas vão transformar-se em luz! A sua visão será renovada e a indecisão dará lugar à direcção! E a maior das promessas permanecerá: Deus não se esquecerá de si, por causa do seu grande amor! Você pode estar ainda a atravessar por um silêncio ensurdecedor, mas quero lembrar-lhe: o grito de Deus vem a caminho!

publicado por Miguel Sousa às 12:46

Março 04 2016

“E eu, em verdade, vos baptizo com água, para o arrependimento; mas aquele que vem após mim é mais poderoso do que eu; cujas alparcas não sou digno de levar; Ele vos baptizará com o Espírito Santo, e com fogo. E em sua mão tem a pá, e limpará a sua eira, e recolherá no celeiro o seu trigo, e queimará a palha com fogo que nunca se apagará. (Mateus 3:11-12)

 

Todos quantos se achegam a Jesus Cristo devem ser baptizados com água, simbolizando o arrependimento. É doutrina bíblica. João ensina que o seu baptismo estava a preparar os discípulos para se encontrarem com alguém muito mais poderoso do que ele: Jesus Cristo. Ele, Jesus, os baptizaria com o Espírito Santo e com fogo. Assim podemos entender que o baptismo nas águas ainda não é o definitivo, mas preparatório, para nos achegarmos à presença de Deus lavados dos nossos pecados. Baptismo na água é praticado por homens, mas o baptismo no Espírito Santo só Deus pode conceder. João também fala sobre a obra doutrinária de Cristo, que usaria a pá como instrumento de limpeza, removendo do seu campo todo resquício do pecado. Ao mesmo tempo trilhará o trigo, separando o crente que tem fruto daquele que só tem a casca de cristão. Esses, chamados de "crentes palha", serão destinados ao fogo eterno. Essa é a doutrina de Cristo. Todos seremos analisados por Jesus, e no seu campo santo só permanecerão os cristãos que são realmente o fruto de uma vida transformada pelo Evangelho. Olha depressa para o espelho da tua alma, a Bíblia Sagrada, e nota bem em que estado espiritual estás. Não permanecerá no campo santo de Jesus nem uma palha sequer. O cristianismo no mundo tem milhões de adeptos, mas nem todos os que dizem "Senhor, Senhor", entrarão no Reino dos Céus. Somente aqueles que nasceram de novo e têm em si mesmos a prova de que foram por Deus aprovados, quando revelam em si próprios a presença do Espírito Santo. Sem ele, baptismo não passa de um banho onde se entra pecador de um lado e sai pecador do outro. O crente espiritual, dominado e dirigido pelo Espírito Santo, é obediente ao Evangelho. A obediência e o amor à Palavra de Deus mostra quem é o cristão cheio do Espírito. Enquanto isso o crente palha segue relutando em renunciar ao seu profundo amor pelo mundo: Porque tudo o que há no mundo, a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos e a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo. E o mundo passa, e a sua concupiscência; mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre ( 1 João 2:16-17). O comportamento de cada cristão será, portanto, factor decisivo para que Jesus Cristo decida quem fica e quem permanece na presença do Pai. Nesse campo do Evangelho, Deus já alertou: Sede santos, porque Eu sou Santo. Deus tem dado tempo para reflexão e arrependimento. Não despreze a paciência de Deus para contigo. Lance fora a casca do velho homem, e mostre o fruto de uma vida transformada pela acção da Palavra e do Espírito Santo de Deus. Seja uma nova criação de Deus “sabendo isto, que o nosso homem velho foi com ele crucificado, para que o corpo do pecado seja desfeito, para que não sirvamos mais ao pecado.” ( Romanos 6:6)

publicado por Miguel Sousa às 15:29

Fevereiro 25 2016

1) Salvação

“A tua salvação espero, ó SENHOR!” (Génesis 49:18)

“A minha alma espera somente em Deus; dele vem a minha salvação.” (Salmo 62:1)

 

2) Necessidades diárias

“Todos esperam de ti, que lhes dês o seu sustento em tempo oportuno. Dando-lho tu, eles o recolhem; abres a tua mão, e se enchem de bens.” (Salmo 104:27-28)

“O SENHOR sustenta a todos os que caem, e levanta a todos os abatidos. Os olhos de todos esperam em ti, e lhes dás o seu mantimento a seu tempo.” (Salmo 145:14-15)

 

3) Ensino, orientação

“Faze-me saber os teus caminhos, SENHOR; ensina-me as tuas veredas. Guia-me na tua verdade, e ensina-me, pois tu és o Deus da minha salvação; por ti estou esperando todo o dia.” (Salmo 25:4-5)

“Porém cedo se esqueceram das suas obras; não esperaram o seu conselho.” (Salmo 106:13)

 

4) Resposta às orações

“Guardem-me a sinceridade e a retidão, porquanto espero em ti.” (Salmo 25:21)

“Esperei com paciência no SENHOR, e ele se inclinou para mim, e ouviu o meu clamor. Tirou-me dum lago horrível, dum charco de lodo, pôs os meus pés sobre uma rocha, firmou os meus passos. E pôs um novo cântico na minha boca, um hino ao nosso Deus; muitos o verão, e temerão, e confiarão no SENHOR.” (Salmo 40:1-3)

 

5) Coragem

“Pereceria sem dúvida, se não cresse que veria a bondade do SENHOR na terra dos viventes.” (Salmo 27:14)

“Esforçai-vos, e ele fortalecerá o vosso coração, vós todos que esperais no SENHOR.” (Salmo 31:24)

 

6) Proteção e auxilio

“Eis que os olhos do SENHOR estão sobre os que o temem, sobre os que esperam na sua misericórdia; Para lhes livrar as almas da morte, e para os conservar vivos na fome. A nossa alma espera no SENHOR; ele é o nosso auxílio e o nosso escudo. Pois nele se alegra o nosso coração; porquanto temos confiado no seu santo nome. Seja a tua misericórdia, SENHOR, sobre nós, como em ti esperamos.” (Salmo 33:18-22)

 

7) Herança

“Descansa no SENHOR, e espera nele; não te indignes por causa daquele que prospera em seu caminho, por causa do homem que executa astutos intentos. Deixa a ira, e abandona o furor; não te indignes de forma alguma para fazer o mal. Porque os malfeitores serão desarraigados; mas aqueles que esperam no SENHOR herdarão a terra.” (Salmo 37:7-9)

“Espera no SENHOR, e guarda o seu caminho, e te exaltará para herdares a terra; tu o verás quando os ímpios forem desarraigados.” (Salmo 37:34)

 

8) Esperança

“Aguardo ao SENHOR; a minha alma o aguarda, e espero na sua palavra. A minha alma anseia pelo Senhor, mais do que os guardas pela manhã, mais do que aqueles que guardam pela manhã.” (Salmo 130:5-6)

 

9) Justiça

“Também no caminho dos teus juízos, SENHOR, te esperamos; no teu nome e na tua memória está o desejo da nossa alma. Com minha alma te desejei de noite, e com o meu espírito, que está dentro de mim, madrugarei a buscar-te; porque, havendo os teus juízos na terra, os moradores do mundo aprendem justiça.” (Isaías 26:8-9)

“Por isso, o SENHOR esperará, para ter misericórdia de vós; e por isso se levantará, para se compadecer de vós, porque o SENHOR é um Deus de equidade; bem-aventurados todos os que nele esperam.” (Isaías 30:18)

 

10) Forças renovadas

“Mas os que esperam no SENHOR renovarão as forças, subirão com asas como águias; correrão, e não se cansarão; caminharão, e não se fatigarão.” (Isaías 40:31)

 

11) Bênçãos

“Por isso, o SENHOR esperará, para ter misericórdia de vós; e por isso se levantará, para se compadecer de vós, porque o SENHOR é um Deus de equidade; bem-aventurados todos os que nele esperam.” (Isaías 30:18)

“Porque desde a antiguidade não se ouviu, nem com ouvidos se percebeu, nem com os olhos se viu um Deus além de ti que trabalha para aquele que nele espera.” (Isaías 64:4)

 

12) Ousadia

“E os reis serão os teus aios, e as suas rainhas as tuas amas; diante de ti se inclinarão com o rosto em terra, e lamberão o pó dos teus pés; e saberás que eu sou o SENHOR, que os que confiam em mim não serão confundidos.” (Isaías 49:23)

 

13) Bondade de Deus

“Bom é o SENHOR para os que esperam por ele, para a alma que o busca.” (Lamentações 3:25)

 

14) O poder do Espírito Santo

“E eis que sobre vós envio a promessa de meu Pai; ficai, porém, na cidade de Jerusalém, até que do alto sejais revestidos de poder.” (Lucas 24:49)

“E, estando com eles, determinou-lhes que não se ausentassem de Jerusalém, mas que esperassem a promessa do Pai, que (disse ele) de mim ouvistes. Porque, na verdade, João batizou com água, mas vós sereis batizados com o Espírito Santo, não muito depois destes dias. Aqueles, pois, que se haviam reunido perguntaram-lhe, dizendo: Senhor, restaurarás tu neste tempo o reino a Israel? E disse-lhes: Não vos pertence saber os tempos ou as estações que o Pai estabeleceu pelo seu próprio poder. Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judeia e Samaria, e até aos confins da terra.” (Atos 1:4-8)

publicado por Miguel Sousa às 19:14

Fevereiro 24 2016

“A bênção do Senhor é que enriquece; e não acrescenta dores.” (Provérbios 10:22)

 

Muitos correm incessantemente em busca de riquezas, posição social, estudo e ascensão profissional. Até mesmo os cristãos. Contudo, sempre devemos lembrar do conselho bíblico das Escrituras Sagradas: não é pelo esforço, sabedoria, capacidade ou empenho humanos que se garante qualquer tipo de sucesso. É a misericórdia de Deus. Alcançá-la deveria ser, sempre, prioridade na vida cristã. Ignorá-la só nos faz perder, além da comunhão, a bênção necessária para termos algo aprovado por Deus. Sem aprovação divina, todas as conquistas humanas podem ser, além de ilusórias e passageiras, algo para nosso próprio mal. Então para quê os olhos vermelhos, a preocupação, o pânico e o desespero?! Deixem Deus decidir por vocês, apresentemos os nossos projectos a Ele esperando na Sua misericórdia. Esforcemo-nos, mas como cristãos que tudo podemos naquele que nos fortalece: JESUS CRISTO.

Entreguemos os nossos problemas a Jesus, Ele tem misericórdia de nós.

O mundo material jamais trará verdadeira e duradoura felicidade…

publicado por Miguel Sousa às 14:05

Fevereiro 16 2016

“Não consintas que a tua boca faça pecar a tua carne…” (Eclesiastes 5:6)

 

No Livro de Eclesiastes encontramos este conselho bíblico que se destina a ensinar a cuidarmos dos males da boca. Tudo quanto sai da nossa boca tem um poder tremendo para o bem ou para o mal. A Palavra de Deus diz que a boca e a língua têm o poder de destruir reinos. Se for usada para o mal, a sua consequência é acumular um pesado fardo de pecado sobre os seus usuários, que lentamente perderão toda a alegria de viver e, chegando o tempo da colheita, se sentirão num beco sem saída. Então, todo cuidado com ela, ainda mais que a Palavra de Deus afirma que a língua é inflamada pelo inferno. O combustível presente nas intrigas, cusquices e maledicências é o mesmo que inflamou e induziu Eva a considerar Deus mentiroso: os conselhos do diabo na boca da serpente. Não permitamos que o diabo inflame nossa língua e coloque veneno em todas as nossas palavras, conversas e conselhos. Curemos esse mal tenebroso pelo entendimento das Escrituras Sagradas. Mostremos que o sangue de Jesus tem poder na nossa vida e, principalmente, na nossa língua e na nossa boca. Abramos nossa boca apenas para falar aquilo que é bom, recto e justo aos olhos de Deus. Mostremos que o sangue de Jesus Cristo tem poder sobre as nossas palavras. Tomemos essa doutrina na prática e destruamos a acção do diabo na nossa vida cristã, no convívio diário no trabalho…

publicado por Miguel Sousa às 19:03

Fevereiro 10 2016

“E sabemos que já o Filho de Deus é vindo, e nos deu entendimento para conhecermos o que é verdadeiro; e no que é verdadeiro estamos, isto é, em seu Filho Jesus Cristo. Este é o verdadeiro Deus e a vida eterna.” (1 João 5:20)

Muitos ainda têm uma visão distorcida dos mistérios bíblicos, ao ponto de não conseguirem enxergar Deus em Jesus Cristo, mesmo quando as Escrituras nos afirmam que Deus estava em Cristo reconciliando o mundo consigo mesmo (2 Coríntios 5:19). O próprio Jesus Cristo afirmou ser Deus, quando respondeu a Filipe, em João 14, quando este lhe pediu "mostra-nos o Pai": “Estou há tanto tempo convosco e não me tendes conhecido Filipe?”. Finalmente, o próprio apóstolo João, na passagem acima, nos deixa claro que Jesus Cristo é o próprio Deus. Quem quiser ser rebelde, que seja, contudo vai na contramão do que a Palavra de Deus ensina. Jesus Cristo era o Deus da igreja primitiva e apostólica, mas falsas doutrinas tem corrompido esse ensinamento, afastando o povo da verdade. E, se o conhecimento da verdade tem o poder de libertar, muitos ainda são discípulos de outros deuses por não conhecerem Jesus Cristo como o único e verdadeiro Deus. Mas no processo de revelação das verdades bíblicas, Deus fará com que todos os nomes dos falsos deuses, que não fizeram os céus e a terra, desapareçam debaixo deste céu e desta terra, diz o Senhor (Jeremias 10:11). No final do processo de revelação só permanecerá no mundo o nome de Jesus Cristo, como o único e verdadeiro Deus. Os que o rejeitarem, crucificando-o nos seus corações, privarão a si mesmos do maior benefício da salvação: a vida eterna, e garantirão para si próprios a estadia eterna no lago de fogo, em companhia dos anjos rebeldes.

Não sejamos rebeldes, arrependamo-nos desse comportamento diabólico e aceitemos agora Jesus Cristo como Salvador, porque Ele é Deus e só com Ele está a Vida Eterna.

publicado por Miguel Sousa às 20:04

Novembro 03 2015

 

 

“Disse Jesus: Eu vim a este mundo para juízo, a fim de que os que não vêem vejam, e os que vêem sejam cegos (João 9:39)

 

Jesus disse: “Eu sou a Luz do Mundo…” (João 8:12)

 

Viver é uma constante degustação proporcionada pelos cinco sentidos físicos. Usar esses sentidos - visão, audição, tacto, olfato e paladar - podem proporcionar ao corpo sensações de felicidade, produzindo uma aparente certeza de enxergar a realidade absoluta de todas as coisas. Mas não nos iludamos muito com isso.

Há um sentido que tem sido desprezado pela humanidade: a visão espiritual.

 

Tomé é um exemplo de como podemos ser facilmente enganados pelos sentidos físicos, tornando-nos cegos para as maiores maravilhas concedidas por Deus aos homens. Ora vejamos:

Tendo convivido por cerca de três anos com Jesus, esse apóstolo ainda não conseguia enxergar pelos olhos da fé. Para ele a morte de Cristo havia sepultado também toda a obra de Jesus. Ele não conseguia ver a realidade real das coisas que sucediam ao seu redor. Nem sequer atentava que a mais importante das profecias de Jesus se cumpriria diante dos seus olhos: a ressurreição do Mestre.

E, enquanto apóstolos e discípulos testemunhavam a ressurreição do Senhor, Tomé contradizia: “Se eu não ver o sinal dos cravos em suas mãos, e não puser o meu dedo no lugar dos cravos, e não puser a minha mão no seu lado, de maneira nenhuma o crerei.” (João 20:25)

 

O sexto sentido: olhar espiritual

A realidade real só é vista pelos olhos da fé em Jesus. É dom de Deus para os que se arrependem e abraçam a nova vida oferecida pelo Mestre, em santidade e justiça. Mas a dúvida é a grande vilã que cegava Tomé e, ainda hoje, impede muitos de verem a realidade que somente pode ser vista com o olhar da fé bíblica. Por essa razão ele –Tomé - ainda era cego e não conseguia enxergar com os olhos da fé. Isso só veio a acontecer oito dias depois, quando estavam outra vez os apóstolos e discípulos reunidos e com eles Tomé: “Oito dias mais tarde estavam de novo os discípulos dentro de casa, e Tomé com eles. Embora as portas estivessem trancadas, Jesus chegou, apresentou-se no meio deles, e disse: Paz seja convosco! Então disse a Tomé: Põe aqui o teu dedo, e vê as minhas mãos. Chega a tua mão, e põe-na no meu lado. Não sejas incrédulo, mas crente. Disse-lhe Tomé: Senhor meu, e Deus meu! Então Jesus lhe disse: Porque me viste, creste. Bem-aventurados os que não viram e creram. (João 20:26-29)

 

Vendo o mundo como Deus vê

Vejamos o mundo como Deus, pelos olhos da fé. Só assim podemos ver o mundo real e contemplar a Verdade das Escrituras Sagradas. “O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar.” (Mateus 24:35). Essa é a realidade: a mostrada por Deus através da Bíblia Sagrada. Todo este mundo passará e mesmo nós também passaremos. Mas em Cristo todos temos direito à promessa de uma vida eterna no céu, mas somente para os que receberem a Cristo como Senhor e Salvador. Venham para Jesus depressa, o tempo agora é curto e as promessas do Evangelho perderão o seu efeito com o vindouro Arrebatamento da Noiva de Cristo, dando início ao tempo do castigo à rebeldia humana, sentenciado no Livro de Apocalipse.

ACORDEM… a realidade das Escrituras é eterna, a realidade dos olhos é passageira. Quem tem ouvidos para ouvir, ouça as últimas mensagens da Palavra e do Espírito de Deus a uma humanidade carente da Salvação de Crist.

 

“Desvia os meus olhos de contemplarem a vaidade, e vivifica-me no teu caminho” (Salmo 119:37)

publicado por Miguel Sousa às 18:45

Julho 15 2014

A Bíblia não é um amuleto, um talismã, algo que trará sorte, ou um livro que fará maravilhas apenas pela sua presença.

Ela é um livro que fará maravilhas em cada vida, hoje e para sempre, se for lida e obedecida em fé e sinceridade. Ela é a inspirada revelação de Deus sobre a origem e o destino de todas as coisas, escrita na mais simples linguagem para que os mais simples possam entender e obedecer aos seus ensinamentos. É auto-interpretativa e abrange todos os assuntos do conhecimento humano e todas as necessidades do homem, hoje para sempre.

 

Como uma composição literária, a Bíblia é o mais impressionante livro criado. Ela é uma biblioteca divina com 66 livros, alguns de tamanho considerável, outros não maiores do que um panfleto. Estes livros incluem várias formas de literatura história, biografia, poesia, ditados proverbiais, hinos cartas, diretrizes para elaboradas adorações ritualísticas, leis, parábolas, contos, alegorias, profecias, dramas, e outras. Eles abrangem todos os estilos de expressão literários.

 

Ela é o livro que revela a mente de Deus, a condição do homem, o caminho da salvação, a condenação dos pecadores e a felicidade dos crentes. As suas doutrinas são santas; os seus preceitos, obrigatórios; as suas histórias, verdadeiras; e as suas decisões, imutáveis. Leiamos para sermos sábios, creiamos nela para sermos salvos e a pratiquemos para sermos santos. A Bíblia contém a luz que nos guia, alimento para nos sustentarmos e conforto para nos animarmos. Ela é o mapa do viajante, o cajado do peregrino, a bússola do piloto, a espada do soldado, a direcção do crente. Nela, os céus são abertos e os portos do inferno revelados. Cristo é o seu grande assunto, nosso bem está no seu propósito e a glória de Deus é o alvo. Ela deve encher a nossa memória, comandar nosso coração e guiar os nossos pés em justiça e verdadeira santidade. Leiamos pausadamente, frequentemente, em espirito de oração, meditando, procurando, e a estudemos constantemente e perseverantemente. Leiamos várias vezes até que se torne parte do nosso ser e gere a fé que irá mover montanhas.

 

A Bíblia é uma fonte de riqueza, de saúde, de prazer. Ela é-nos dada nesta vida, será aberta no julgamento e irá permanecer para sempre. Ela envolve a maior responsabilidade, irá recompensar desde o menor até o maior trabalho e condenar todos os que forem levianos com o seu sagrado conteúdo.

publicado por Miguel Sousa às 20:50

Junho 19 2014

A preocupação é inútil e pecaminosa e não deve ser tolerada

 

“Mas buscai primeiro o Reino de Deus, e a sua justiça, e todas essas coisas vos serão acrescentadas. Não vos inquieteis, pois, pelo dia de amanhã, porque o dia de amanhã cuidará de si mesmo. Basta a cada dia o seu mal.” (Mateus 6:33-34)

 

Pare de se preocupar porque isso é:

  1. Pecado e produz medo

  2. Uma doença que causa outras enfermidades

  3. Amontoar problemas que não poderão ser resolvidos com a preocupação

  4. Especular sobre o que pode não acontecer

  5. Criar problemas, miséria, morte

  6. Um fardo emprestado do amanhã e que outros deviam estar a carregar

  7. Um peso que mata prematuramente

  8. Suicídio físico e mental

  9. Um coveiro que não possui nenhuma simpatia por si

  10. Desnecessário e perda de tempo e esforços que deveriam ser empregados em coisas que valem a pena

  11. Um ladrão da fé, paz e confiança no nosso Pai celestial infalível

  12. Uma pedra de tropeço para os outros

  13. Uma desgraça para Deus e nunca deveria ser tolerada pelos crentes

  14. Ansiedade sobre algo que não é nada hoje, e menos ainda amanhã, sob a vista da fé

  15. Antecipação de problemas que raramente afligem aqueles que confiam em Deus

  16. Tormento sobre algo que provavelmente se tornará uma bênção se acontecer

  17. Viver como um órfão, sem o Pai celestial

  18. Um crime contra Deus, o homem, a natureza e um melhor julgamento

  19. Crueldade mental contra si mesmo e os outros

  20. Tolice, pois qualquer coisa que estiver para acontecer não pode ser impedida pela preocupação; e se não acontecer, não existe razão para a preocupação. As adversidades certamente virão, e só seremos vitoriosos se depositarmos a nossa confiança em Deus.

publicado por Miguel Sousa às 20:34

Abril 10 2014

 

 

A fé biblica correcta transmite vida ao seu possuidor (Romanos 1:17). Ela entra nos nossos corações por ouvir a palavra de Deus (Romanos 10:17). Colocando-a em acção, podemos usufruir de todos os seus benefícios. Afinal, Jesus é o Deus de todas as promessas.

 

Segundo a Palavra de Deus, “se tiverdes fé como um grão de mostarda, direis a este monte: Passa daqui para acolá, e há de passar; e nada vos será impossível.” (Mateus 17:20)

 

Pela fé os cristãos primitivos imprimiram no mundo, nos seus dias, a marca da vitória pelo nome de Jesus Cristo:

 

Pela fé entendemos que o mundo pela palavra de Deus foi criado; de maneira que aquilo que se vê não foi feito do que é aparente.

 

Pela fé Abel ofereceu a Deus maior sacrifício do que Caim, pelo qual alcançou testemunho de que era justo, dando Deus testemunho dos seus dons, e por ela, depois de morto, ainda fala.

 

Pela fé Enoque foi trasladado para não ver a morte, e não foi achado, porque Deus o trasladara; visto como antes da sua trasladação alcançou testemunho de que agradara a Deus.

 

Ora, sem fé é impossível agradar-lhe; porque é necessário que aquele que se aproxima de Deus creia que ele existe, e que é galardoador dos que o buscam.

 

Pela fé Noé, divinamente avisado das coisas que ainda não se viam, temeu e, para salvação da sua família, preparou a arca, pela qual condenou o mundo, e foi feito herdeiro da justiça que é segundo a fé.

 

Pela fé Abraão, sendo chamado, obedeceu, indo para um lugar que havia de receber por herança; e saiu, sem saber para onde ia.

 

Pela fé habitou na terra da promessa, como em terra alheia, morando em cabanas com Isaque e Jacó, herdeiros com ele da mesma promessa.

Porque esperava a cidade que tem fundamentos, da qual o artífice e construtor é Deus.

 

Pela fé também a mesma Sara recebeu a virtude de conceber, e deu à luz já fora da idade; porquanto teve por fiel aquele que lho tinha prometido.

 

Por isso também de um, e esse já amortecido, descenderam tantos, em multidão, como as estrelas do céu, e como a areia inumerável que está na praia.

 

Todos estes morreram na fé, sem terem recebido as promessas; mas vendo-as de longe, e crendo-as e abraçando-as, confessaram que eram estrangeiros e peregrinos na terra.

 

Porque, os que isto dizem, claramente mostram que buscam uma pátria.

 

E se, na verdade, se lembrassem daquela de onde haviam saído, teriam oportunidade de tornar.

 

Mas agora desejam uma melhor, isto é, a celestial. Por isso também Deus não se envergonha deles, de se chamar seu Deus, porque já lhes preparou uma cidade.

 

Pela fé ofereceu Abraão a Isaque, quando foi provado; sim, aquele que recebera as promessas ofereceu o seu unigénito.

 

Sendo-lhe dito: Em Isaque será chamada a tua descendência, considerou que Deus era poderoso para até dentre os mortos o ressuscitar;

 

E daí também em figura ele o recobrou.

 

Pela fé Isaque abençoou Jacó e Esaú, no tocante às coisas futuras.

 

Pela fé Jacó, próximo da morte, abençoou cada um dos filhos de José, e adorou encostado à ponta do seu bordão.

 

Pela fé José, próximo da morte, fez menção da saída dos filhos de Israel, e deu ordem acerca de seus ossos.

 

Pela fé Moisés, já nascido, foi escondido três meses por seus pais, porque viram que era um menino formoso; e não temeram o mandamento do rei.

 

Pela fé Moisés, sendo já grande, recusou ser chamado filho da filha de Faraó,

 

Escolhendo antes ser maltratado com o povo de Deus, do que por um pouco de tempo ter o gozo do pecado;

 

Tendo por maiores riquezas o vitupério de Cristo do que os tesouros do Egipto; porque tinha em vista a recompensa.

 

Pela fé deixou o Egipto, não temendo a ira do rei; porque ficou firme, como vendo o invisível.

 

Pela fé celebrou a páscoa e a aspersão do sangue, para que o destruidor dos primogénitos não lhes tocasse.

 

Pela fé passaram o Mar Vermelho, como por terra seca; o que intentando os egípcios, se afogaram.

 

Pela fé caíram os muros de Jericó, sendo rodeados durante sete dias.

 

Pela fé Raabe, a meretriz, não pereceu com os incrédulos, acolhendo em paz os espias.

 

E que mais direi? Faltar-me-ia o tempo contando de Gideão, e de Baraque, e de Sansão, e de Jefté, e de Davi, e de Samuel e dos profetas, os quais pela fé venceram reinos, praticaram a justiça, alcançaram promessas, fecharam as bocas dos leões,

 

Apagaram a força do fogo, escaparam do fio da espada, da fraqueza tiraram forças, na batalha se esforçaram, puseram em fuga os exércitos dos estranhos.

 

As mulheres receberam pela ressurreição os seus mortos; uns foram torturados, não aceitando o seu livramento, para alcançarem uma melhor ressurreição;

 

E outros experimentaram escárnios e açoites, e até cadeias e prisões.

 

Foram apedrejados, serrados, tentados, mortos ao fio da espada; andaram vestidos de peles de ovelhas e de cabras, desamparados, aflitos e maltratados (dos quais o mundo não era digno), errantes pelos desertos, e montes, e pelas covas e cavernas da terra.

 

E todos estes, tendo tido testemunho pela fé, não alcançaram a promessa,

 

Provendo Deus alguma coisa melhor a nosso respeito, para que eles sem nós não fossem aperfeiçoados.

Hebreus 11:1-40

 

Então, coloquemos nossa fé em Jesus Cristo, entreguemos a Ele todos os nossos caminhos e nossos problemas, confiemos nEle e o resto Ele fará. Deixemos Jesus trabalhar, depositando nEle toda nossa fé, nossa confiança e nossa esperança. E assim, tudo o que pedirdes na oração, crendo, o recebereis (Mateus 21:22).

publicado por Miguel Sousa às 22:25

Janeiro 16 2014

 

1) Permitir que a paz de Deus guarde os corações e sentimentos em Cristo Jesus;
“E a paz de Deus, que excede todo o entendimento, guardará os vossos corações e os vossos sentimentos em Cristo Jesus.” (Filipenses 4:7)
2) Renunciar a toda preocupação e, pela oração, suplica e acção de graças, fazer todos os pedidos conhecidos diante de Deus:
“Não estej...ais inquietos por coisa alguma; antes, as vossas petições sejam em tudo conhecidas diante de Deus, pela oração e súplicas, com acção de graças.” (Filipenses 4:6)
“Sujeitai-vos, pois, a Deus; resisti ao diabo, e ele fugirá de vós.” (Tiago 4:7)
3) Pensar nas coisas correctas
“Quanto ao mais, irmãos, tudo o que é verdadeiro, tudo o que é honesto, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se há alguma virtude, e se há algum louvor, nisso pensai.” (Filipenses 4:8)
4) Manter a mente firme em Deus
“Tu conservarás em paz aquele cuja mente está firme em ti; porque ele confia em ti.” (Isaías 26:3)
5) Usar as armas da batalha espiritual
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; Destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo; E estando prontos para vingar toda a desobediência, quando for cumprida a vossa obediência. Olhais para as coisas segundo a aparência? Se alguém confia de si mesmo que é de Cristo, pense outra vez isto consigo, que, assim como ele é de Cristo, também nós de Cristo somos.” (2 Coríntios 10:4-6)
6) Vestir toda a armadura
“No demais, irmãos meus, fortalecei-vos no Senhor e na força do seu poder. Revesti-vos de toda a armadura de Deus, para que possais estar firmes contra as astutas ciladas do diabo. Porque não temos que lutar contra a carne e o sangue, mas, sim, contra os principados, contra as potestades, contra os príncipes das trevas deste século, contra as hostes espirituais da maldade, nos lugares celestiais. Portanto, tomai toda a armadura de Deus, para que possais resistir no dia mau e, havendo feito tudo, ficar firmes. Estai, pois, firmes, tendo cingidos os vossos lombos com a verdade, e vestida a couraça da justiça; E calçados os pés na preparação do evangelho da paz; Tomando sobretudo o escudo da fé, com o qual podereis apagar todos os dardos inflamados do maligno. Tomai também o capacete da salvação, e a espada do Espírito, que é a palavra de Deus; Orando em todo o tempo com toda a oração e súplica no Espírito, e vigiando nisto com toda a perseverança e súplica por todos os santos.” (Efésios 6:10-18)
7) Ter fé em Deus (Mateus 6:25-34 - Mateus 7:7-11 -- Mateus 17:20 -- Mateus 21:22 -- Marcos 11:22-24)
8) Viver e andar no Espirito (Gálatas 5:16-26 - Romanos 6:14-23 -- Romanos 8:1-13)
9) Não lançar fora a confiança (Hebreus 3 -- Hebreus 6:11 -- Hebreus 12)
10) Lançar toda a ansiedade sobre Deus “Lançando sobre ele toda a vossa ansiedade, porque ele tem cuidado de vós.” (1 Pedro 5:7)
Obs.: Por forma a que o post não fosse demasiado extenso, não inseri as passagens da Palavra referenciadas. Façam o favor de tirar o pó da vossa Biblia e analisar as passagensVer mais
publicado por Miguel Sousa às 21:28

Setembro 15 2013

 

 

“Quem comete o pecado é do diabo, porque o diabo peca desde o principio. Para isto o Filho de Deus se manifestou: para desfazer as obras do diabo.” (1 João 3:8)

 

1) Pecado – rebelião (Genesis 3  -- 2 Coríntios 11:3)

2) Obras das trevas, incluindo perversão sexual e sedição moral (Efésios 5:11 – Efésios6:12  --  Atos 16:18 --  Romanos 1)

3) Obras más (Colossenses 1:21)

4) Cegueira espiritual (2 Coríntios 4:4)

5) Rouba a Palavra de Deus (Mateus 13:19)

6) Enganos e falsa religião (2 Coríntios 11:14  --  1 Timóteo 4  --  Apocalipse 12:9)

7) Matar e destruir (João 10:10)

8) Semear joio, tentar e peneirar os santos (Mateus 4:3 – Mateus 13:25 – Lucas 22:31)

9) Forjar adoração e milagres (2 Tessalonicenses 2:8-12  --  1 Coríntios 10:20)

10) Causar tempestades (Jó 1:18-19) – Efésios 2:2)

11) Governar nações (Mateus 4:8-9 – Daniel 10)

12) Executar a morte (Hebreus 2:14-15)

13) Acusar os irmãos (Apocalipse 12:10)

14) Obstruir orações (Daniel 10:12-21)

15) Oposição ao evangelho (Efésios 6:1-18)

16) Supervisionar demónios (João 12:31), anjos caídos (Apocalipse 12_7-12) e homens caídos (Efésios 2:2 – 1 João 3:8 – João 8:44)

17) Causar doenças (Mateus 4:23-24 – Mateus 9:32-33 – Mateus 15:22 – Atos 10:38)

18) Causar enfermidades (Mateus 8:17 – Lucas 13:16 – João 10:10 – Atos 10:38)

19) Causar Loucura (Mateus 4:23-24 – Mateus 17:14-21 – Marcos 5:1-18)

20) Promover suicídios (Mateus 17:15 – João 10:10)

21) Alimentar desejos (João 8:44 – Efésios 2:1-3)

22) Mentiras e falsas profecias (1 Reis 22 – Mateus 24:11 – Mateus 24:24 – 2 Corintios 11:13-15)

23) Propagar falsas doutrinas (1 Timóteo 4 – 2 Timóteo 4 – 2 Tessalonicenses 2 – Apocalipse 13)

24) Oprimir o homem (Atos 10:38)

25) Perseguir os cristãos e guerrear contra os santos (Efésios 6:10-18 – 1 Pedro 5:8 – 1 Pedro 9)

 

Cristo morreu para destruir e cancelar todas estas obras do diabo para os crentes desta era, e para dar completa soberania sobre elas (Colossenses 2:14-17 – 1 Pedro 2:24 – Lucas 10:19 – João 14:12  -- Marcos 16:17 – Marcos 18).

 

As únicas obras listadas anteriormente que não serão terminadas nesta era são: todo o pecado e rebelião entre os homens, o governo de satanás sobre as nações; o reinado de morte e a contínua oposição de satanás aos santos. Estas terminarão no Milénio (Efésios 1:10 – 1 Coríntios 15:24-28 – Apocalipse 21:1-8 – Apocalipse 22:3)

publicado por Miguel Sousa às 14:21

Julho 16 2013

 

 

Consultório – em toda parte

Médico Cirurgião – JESUS CRISTO

Graduação – Filho de Deus

Sua Experiência – Infalível

Sua Especialidade – O Impossível

Seu instrumento – O Pastor

Seu Favor – A Graça

Seu Livro de Receitas – A Biblia

Doenças que Cura – Todas

Preço do Tratamento – Fé

Sala de Cirurgia – O Altar

Seu Hospital – A Igreja

Sua Dieta – Oração e Jejum

Seus Exercícios – Boas Obras e Frutos

Horário de Consulta – 24h00 por dia

 

                           Dr. Jesus Cristo

publicado por Miguel Sousa às 12:20

Fevereiro 27 2013

 

É muito comum ouvir por aí as pessoas dizerem que são filhos de Deus quando, na verdade, são apenas criaturas de Deus.

Na Palavra de Deus verificamos que Deus criou todas as coisas logo, é licito concluir que todas as coisas que existem, incluindo o homem, são criaturas (de acordo com o dicionário Aurélio, “criatura” é: 1) uma “coisa ou ser criado”, ou 2) um “indivíduo”) de Deus. Não será necessário muito conhecimento da Palavra para sabermos, é claro, que fomos criados diferentemente das demais coisas – enquanto que os animais, as plantas e outras coisas foram criadas através da palavra de Deus, o homem foi criado com as próprias mãos do Senhor. (Génesis 1)

 

Porém, alguém pode dizer que fomos feitos, segundo a Palavra de Deus, à imagem e semelhança de Deus, e se assim é, logo isso nos torna filhos. Creio que sim, mas isso era no início. Quando o pecado entrou no mundo pela desobediência do primeiro casal, tirou-nos essa imagem e semelhança. Com toda a maldade que há no coração do homem, que semelhança teria ele com o Pai?!!

 

Em João 1:12 verificamos que o poder para sermos feitos filhos de Deus vem quando recebemos Jesus, ou seja, quando cremos que Ele é o Salvador. E quando cremos nisso, nós nascemos de novo, não da carne nem do sangue, mas de Deus; não o nosso corpo, mas o nosso espírito. Por isso é que Jesus disse que “o que é nascido da carne é carne, e o que nasce do Espírito é Espírito” (João 3:6). Por outras palavras, ao crermos em Jesus, Ele ressuscita o nosso espírito, antes morto no pecado, e somos transportados das trevas para a Sua Luz. A nossa carne continuará entregue ao pecado até sermos revestidos da incorruptibilidade de que fala Paulo em 1 Corintios 15:53.

 

Ao nascermos de novo, o Espírito Santo que é dado a todo o que já recebeu Jesus, testifica com o nosso espírito a nossa filiação Divina por adoção (Romanos 8:16-17). Além disso, Paulo afirma no versículo 14 do mesmo capitulo que são filhos de Deus aqueles que são guiados pelo Espírito Santo. Por outras palavras, o Espírito Santo nos levará a ter atitudes de obediência à Palavra de Deus, a produzir frutos que identificam a nossa filiação espiritual, pois Ele veio para nos ensinar todas as coisas (João 14:26). O próprio Jesus afirmou isso a Nicodemos quando usou a figura do vento para ilustrar os que são nascidos do Espírito (João 3:8).

 

Para sermos filhos de Deus é necessário nascer de novo, não da carne, mas do Espírito, pois Deus é espírito. Ao nascer de novo, o Espírito Santo nos ensina – assim como um pai ensina a criança a andar e falar – a comportar-nos como verdadeiros filhos de Deus à medida que somos guiados por Ele.

 

Resumindo;

Deus é o Criador de todas as coisas, Criador dos homens e de tudo que há no Universo. Logo, os homens são CRIATURAS DE DEUS. Os homens somente passam à condição de FILHOS DE DEUS quando nascem de novo, ou seja, quando se arrependem dos seus pecados e os deixam, creem em Jesus e O aceitam como Senhor e Salvador das suas vidas.

 

"Mas a todos os que O receberam, aqueles que crêem no Seu nome, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, filhos nascidos não do sangue, nem da vontade do homem, mas de Deus” (João 1:12-13)

 

“Bem-aventurados os pacificadores, porque eles serão chamados filhos de Deus” (Mateus 5:9)

 

“Eu, porém, vos digo: Amai a vossos inimigos, bendizeis os que vos maldizem, fazei bem aos que vos odeiam e orai pelos que vos maltratem e vos perseguem, para que sejais filhos do Pai que está nos céus; porque faz que o seu sol se levante sobre maus e bons e a chuva desça sobre justos e injustos.” (Mateus 5:44-45)

 

“Porque todos os que são guiados pelo Espirito de Deus, esses são filhos de Deus.” (Romanos 8:14)

 

“Vede quão grande caridade nos tem concedido o Pai: que fôssemos chamados filhos de Deus. Por isso, o mundo não nos conhece, porque não conhece a Ele.” (1 João 3.1)

 

publicado por Miguel Sousa às 23:02

Janeiro 24 2013

"Eu sou o Alfa e o Ómega, diz o Senhor, aquele que é, e que era, e que há-de vir, o Todo-Poderoso." (Apocalipse 1:8)

 

Jesus Cristo é:

 

Amoroso: Ele amou como o Pai porque o amor é a Sua natureza.

Benigno: A benignidade foi sempre demonstrada nos seus relacionamentos.

Criador: Toda a existência teve a Sua colaboração; é a fonte de vida.

Dadivoso: Ele repartiu com os necessitados e entregou a vida por todos.

Eleito: Ele foi nomeado pelo Pai para a nobre missão da redenção.

Fiel: Obedeceu em todos os aspectos e foi fiel até à sua morte.

Gracioso: Ele foi o veículo da graça de Deus para todos os pecadores.

Hebreu: Nasceu segundo a promessa de Deus na família de Abraão.

Inteligente: Ensinava e respondia a questões como nenhum dos mestres.

Justo: Toda a Sua vida foi exemplar, e não puderam acusá-lo de pecado.

Libertador: Ele morreu para libertar-nos da lei do pecado e da morte.

Mediador: Cristo vive como intercessor perante o Pai por cada um de nós.

Nazareno: Ele foi gerado e criado em Nazaré para cumprir a profecia.

Operante: Jesus agiu sempre em benefício das pessoas necessitadas.

Pastor: Ele definiu-se como o bom pastor que cuida das suas ovelhas.

Querido: O Senhor é o desejado das nações segundo a profecia.

Redentor: Jesus efectuou uma eterna redenção comprando-nos para Si.

Salvador: Ele recebeu o nome de Jesus porque veio para salvar-nos.

Transformador: Ele transforma água em vinho e pecadores em santos.

Ungido: Jesus foi declarado representante do Pai na Sua missão.

Vitorioso: Ele venceu o pecado, o mundo e a própria morte.

Xristos (em grego) que significa Messias, Ungido para o serviço.

Zelador: Ele vela por nossas almas para que ninguém se perca.

 

Obrigado Senhor por seres tudo para mim….

 

publicado por Miguel Sousa às 21:51

Janeiro 17 2013

Ouço quase diariamente pessoal a queixar-se que isto está mau, que a conjuntura nacional está de tal modo que Portugal não sairá mais do “poço lamacento”, que o governo não está a governar mas sim a desgovernar, etc, etc… Enfim, é o zé portuga no seu melhor.

 

Com isto, não quero dizer que a situação financeira de Portugal e dos portugueses esteja bem e/ou no seu melhor; não, pois tenho olhos na cara e também sinto no pelo os efeitos dos vários cortes; somente pretendo afirmar que enquanto nós, portugueses, insistirmos em apontar o dedo ao governo pelas medidas que está a tomar, para tentar “saldar” as dividas do país, ao invés de olharmos para a nossa própria casa, para as n/ próprias continhas, obrigações, a situação não avançará. Quantos portugueses que nem conseguem governar a sua casa com o que ganham (pouco ou muito, não interessa) e elevam a voz de uma forma gratuita ao governo por não conseguir governar uma casa muito maior (país)

 

“Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.” (Mateus 7:5)

 

O Homem é difícil (para não dizer impossível) contentar-se com o que tem, em bens materiais, e anseia sempre por mais e mais. Meus caros, o dinheiro não consegue comprar a felicidade, independentemente de quanto se tem, nunca é suficiente. O medo irá sempre sussurrar: "A menos que tenhas mais, não estarás seguro!" Então, qual o segredo da felicidade? Paulo diz-nos: "Não digo isto como por necessidade, porque já aprendi a contentar-me com o que tenho. Sei estar abatido, e sei também ter abundância; em toda a maneira, e em todas as coisas estou instruído, tanto a ter fartura, como a ter fome; tanto a ter abundância, como a padecer necessidade. Posso todas as coisas em Cristo que me fortalece" (Filipenses 4:11-13).

 

Quando procuramos o propósito de Deus para a nossa vida, o dinheiro é secundário. Os nossos verdadeiros símbolos de status são a salvação, o crescimento espiritual, um lar seguro, amigos especiais e a satisfação de fazer o que Deus o chamou para fazer.

 

publicado por Miguel Sousa às 23:00

Janeiro 15 2013

 

Segundo a doutrina católica: “o diabo não é a personificação das paixões, mas uma pessoa, criada por Deus como anjo e, tendo perdido a comunhão com Ele, converteu-se em espírito obscuro, o diabo. Como pessoa, o diabo tem livre arbítrio, isto é, tem liberdade e esta liberdade não é violada por Deus (embora limitada nas suas acções).

Ele é uma personalidade concreta, um ser concreto. Introduz-se com a injúria, com a arrogância e o engano na história, com a pretensão de destruir Deus e aos homens. O pecado, os sofrimentos, a morte são gerados por ele, pois espalha a ruína e o ódio, exercendo seu poder e domínio. Ele e os demónios, incapazes de prejudicar directamente Deus, dirigem-se aos homens para, com os seus poderes maléficos, travarem uma luta com eles, confundindo as suas vontades, criando tentações, envolvendo-nos em paixões, deixando-nos confusos e obstruindo o nosso tempo de oração ”.

Os demônios são anjos caídos, que pecaram junto com o diabo, sendo este o chefe deles. Embora para o pior dos homens haja perdão, não o há para o “menos mau” dos demónios, embora que, não existam demónios menos maus.

 

O diabo estava perfeitamente convicto do que estava fazendo

Certa vez a um homem que tinha matado o assassino da sua filha foi perguntado se estava arrependido. A sua resposta foi: “Se tivesse uma segunda chance, faria tudo de novo e o mataria lentamente”.

Ele fez conscientemente, fez porque quis, fez o que achou que deveria ser feito. Não fez movido por impulso ou forte emoção. Não há lugar de arrependimento para quem age assim.

É esse argumento que é usado por Paulo aos Hebreus para alertar os crentes sobre o perigo do pecado voluntário: “Porque se voluntariamente continuarmos no pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta mais sacrifício pelos pecados, mas uma expectação terrível de juízo, e um ardor de fogo que há de devorar os adversários. (Hebreus 10:26-27)

 

O diabo morava com Deus, muito inteligente, traidor consciente, quis ser Deus no lugar de Deus.

 

O homem difere do diabo, entre outras coisas, porque enquanto na carne sofre de um “embotamento espiritual” que lhe impede de ser livre em suas atitudes. Segundo o apóstolo Paulo: “O homem natural não aceita as coisas do Espírito de Deus, porque para ele são loucura; e não pode entendê-las, porque elas só são entendidas espiritualmente” (1 Coríntios 2:14). Mesmo o “homem espiritual” tem que aceitar muitas coisas pela fé, sem o completo entendimento.

 

Esse embotamento permite arrependimento ao maior dos pecadores, após ser iluminado no seu entendimento pelo Espírito Santo e ter a sua maldade exposta diante de si, o conduzindo ao arrependimento. O arrependimento traz-nos um tremendo pesar pelo mau cometido. Nas palavras de Deus: “Ali vos lembrareis de vossos caminhos, e de todos os vossos atos com que vos tendes contaminado; e tereis nojo de vós mesmos, por causa de todas as vossas maldades que tendes cometido” (Ezequiel 20:43). Esse nojo de si próprio é o genuíno arrependimento. Não remorso pelo que se fez, mas repúdio de si próprio por ter sido capaz de fazê-lo.

O mesmo não ocorre com o diabo que, antes de pecar, já tinha o completo entendimento e mesmo assim optou por agir deliberadamente contra Deus. Quando nós enxergamos do nosso ponto de vista meramente humano, onde frequentemente nos arrependemos de algo, projectamos nos demónios aquilo que somos, como se eles fossem iguais a nós, mas no mundo espiritual arrependimento é um sentimento que não existe.

 

Os espíritos não se arrependem, pois arrependimento é coisa de Homem e Homem mortal. “Deus não é homem, para que minta; nem filho do homem, para que se arrependa. Porventura, tendo ele dito, não o fará? ou, havendo falado, não o cumprirá?” (Numeros  23:19). “Também aquele que é a Força de Israel não mente nem se arrepende, por quanto não é homem para que se arrependa”. (1 Samuel 15:29). Nenhum outro ser criado em todo o universo, animal ou espiritual, tem essa capacidade.

 

Devido ao facto de seres espirituais não se arrependerem é que no inferno não haverá salvação e o tormento será eterno. Se fosse possível os arrependimento no inferno, também lá haveria salvação. Em nenhum lugar da Bíblia qualquer anjo, bom ou mau, jamais se arrependeu de ter feito algo.

 

Apocalipse 9 fala de anjos caídos, representados como uma mistura demoníaca de gafanhoto/escorpião/cavalo/leão com cara de homem, que são libertos. O longo tempo na escuridão das trevas, sofrendo numa fornalha ardente, deveria ter sido suficiente para trazer-lhes arrependimento e desejo de salvação. Ao invés disso, durante os cinco meses em que ficarão em liberdade, eles sairão desejosos de destruir todos os homens que encontrarem, porém Deus não os permitirá fazerem isso, tão somente que os atormentem, como aconteceu com o pobre Jó:

 

“O quinto anjo tocou a sua trombeta, e vi uma estrela que do céu caíra sobre a terra; e foi-lhe dada a chave do poço do abismo. E abriu o poço do abismo, e subiu fumaça do poço, como fumaça de uma grande fornalha; e com a fumaça do poço escureceram-se o sol e o ar. Da fumaça saíram gafanhotos sobre a terra; e foi-lhes dado poder, como o que têm os escorpiões da terra. Foi-lhes dito que não fizessem dano à erva da terra, nem a verdura alguma, nem a árvore alguma, mas somente aos homens que não têm na fronte o selo de Deus. Foi-lhes permitido, não que os matassem, mas que por cinco meses os atormentassem. E o seu tormento era semelhante ao tormento do escorpião, quando fere o homem. Naqueles dias os homens buscarão a morte, e de modo algum a acharão; e desejarão morrer, e a morte fugirá deles. A aparência dos gafanhotos era semelhante à de cavalos aparelhados para a guerra; e sobre as suas cabeças havia como que umas coroas semelhantes ao ouro; e os seus rostos eram como rostos de homens. Tinham cabelos como cabelos de mulheres, e os seus dentes eram como os de leões. Tinham couraças como couraças de ferro; e o ruído das suas asas era como o ruído de carros de muitos cavalos que correm ao combate. Tinham caudas com ferrões, semelhantes às caudas dos escorpiões; e nas suas caudas estava o seu poder para fazer dano aos homens por cinco meses. Tinham sobre si como rei o anjo do abismo, cujo nome em hebraico é Abadom e em grego Apoliom.” (Apocalipse 9:1-11)

 

Os demónios não se arrependem e por isso não poem ser salvos.

 

O diabo NÃO TEM FÉ

“Ora, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que não se vêem”. (Hebreus 11:1)

 

Em outras palavras: “certeza de coisas de que se tem esperança. Não existe fé sem esperança: coisas que não vemos e esperamos. Nós temos fé num Deus que nunca vimos, num céu aonde nunca fomos - o diabo morava no céu, na presença de Deus, o via face a face. Como poderia ele ter fé? “Porque na esperança fomos salvos. Ora, a esperança que se vê não é esperança; pois o que alguém vê, como o espera? Mas, se esperamos o que não vemos, com paciência o aguardamos”. (Romanos 8:24-25)

 

“Para que a prova da vossa fé, mais preciosa do que o ouro que perece, embora provado pelo fogo, redunde para louvor, glória e honra na revelação de Jesus Cristo; a quem, sem o terdes visto, amais; no qual, sem agora o verdes, mas crendo, exultais com gozo inefável e cheio de glória, alcançando o fim da vossa fé, a salvação das vossas almas.” (1 Pedro 1:7-9”. Sem ver, mas crendo, a isso se chama FÉ.

 

Não há fé no mundo espiritual: não há fé no inferno, não há fé no céu, Deus não tem fé, Jesus não tem fé, os anjos bons não têm fé, os demônios também não.

 

Mas Tiago diz que os demônios Crêem, certo?!! “Assim também a fé, se não tiver obras, é morta em si mesma. Mas dirá alguém: Tu tens fé, e eu tenho obras; mostra-me a tua fé sem as obras, e eu te mostrarei a minha fé pelas minhas obras. Crês tu que Deus é um só? Fazes bem; os demônios também o crêem, e estremecem”. (Tiago 2:17-19)

 

Na verdade, à luz de Hebreus, os demônios não teriam fé. Eles não “crêem” que Deus existe, eles “sabem” da sua existência. O sentido com que Tiago fala não pode ser o mesmo ou haveria contraste entre os dois livros. Tiago diz apenas que saber que Deus existe e não fazer a sua vontade não conduzirá o homem ao céu. Seria uma fé intelectual, que sabe a verdade mas não a segue, pois os demônios são incapazes de ter a fé salvadora citada em Hebreus, onde os heróis da fé abandonaram tudo porque “almejavam uma pátria melhor, isto é, a celestial, invisível aos seus olhos (Hebreus 11:6).

 

Se os anjos bons não têm fé, como conseguem agradar a Deus, já que as escrituras dizem que “ sem fé é impossível agradar a Deus?” (Hebreus 11:6).

Porque os anjos bons não precisam de Cristo para serem salvos, uma vez que, ao contrário dos homens e dos demônios, nunca estiveram perdidos. Mas se eles se rebelassem e necessitassem do perdão de Cristo, teriam que ter fé - ou seja, para eles seria impossível agradar a Deus, visto que demônios e anjos não têm fé.

 

O diabo NÃO TEM CORPO

O nosso corpo, e não o nosso espírito, é templo do Espírito Santo. Ele habita no nosso corpo e fortalece o nosso espírito contra as tentações. Recebemos no nosso corpo mortal o selo do Espírito Santo, que nele permanece e nos garante vitória sobre o mal, enquanto não vamos ao céu.

Anjos são espíritos: “Mas a qual dos anjos disse jamais: Assenta-te à minha direita até que eu ponha os teus inimigos por escabelo de teus pés? Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para servir a favor dos que hão de herdar a salvação?” (Hebreus 1:13-14). O diabo também é espírito e, ao contrário dos homens, não tem corpo.

Se tivessem corpo, não poderiam possuir os corpos humanos. Essa posse, de alguma forma, parece dar-lhes alguma espécie de repouso.

“Logo que saltou em terra, saiu-lhe ao encontro um homem da cidade, possesso de demônios, que havia muito tempo não vestia roupa, nem morava em casa, mas nos sepulcros. Quando ele viu a Jesus, gritou, prostrou-se diante dele, e com grande voz exclamou: Que tenho eu contigo, Jesus, Filho do Deus Altíssimo? Rogo-te que não me atormentes. Porque Jesus ordenara ao espírito imundo que saísse do homem. Pois já havia muito tempo que se apoderara dele; e guardavam-no preso com grilhões e cadeias; mas ele, quebrando as prisões, era impelido pelo demônio para os desertos. Perguntou-lhe Jesus: Qual é o teu nome? Respondeu ele: Legião; porque tinham entrado nele muitos demônios. E rogavam-lhe que não os mandasse para o abismo. Ora, andava ali pastando no monte uma grande manada de porcos; rogaram-lhe, pois que lhes permitisse entrar neles, e lho permitiu. E tendo os demônios saído do homem, entraram nos porcos; e a manada precipitou-se pelo despenhadeiro no lago, e afogou-se (Lucas 8: 27-33).

 

Eles disseram a Cristo: “Não me atormentes”, e Lucas explica: “Porque Jesus ordenara ao espírito imundo que saísse do homem”. Diz ainda que eles não queriam ir para o abismo. Deduz-se, com cautela, que estar no corpo humano, ou talvez até de um animal, é mais confortável que estar “no abismo”, para onde eles vão quando não estão no corpo. Parece o que nosso corpo é um refúgio para eles. Por outro lado, fora do corpo vivem em tormentos.

 

“Ora, havendo o espírito imundo saindo do homem, anda por lugares áridos, buscando repouso; e não o encontrando, diz: Voltarei para minha casa, donde saí. E chegando, acha-a varrida e adornada. Então vai, e leva consigo outros sete espíritos piores do que ele e, entrando, habitam ali; e o último estado desse homem vem a ser pior do que o primeiro (Lucas 11:24-26).

 

Na verdade devemos amar o nosso corpo, não apenas por ser o templo do Espírito Santo - Ele não habita na alma humana, mas no corpo humano - mas também por ser ele o nosso passaporte para o céu. Sé teremos chance de salvação, enquanto estivermos no corpo.

 

 “Aos homens está ordenado morrerem uma só vez, vindo depois o juízo” (Hebreus 9: 27). Após a morte vem o juízo - purgatório é ilusão, assim como orações e missa pelos mortos. Só existe chance de salvação para quem ainda está no corpo. Seja um corpo aleijado, mudo, surdo, cego... tanto faz, é maravilhoso se me permite-me receber a Cristo pela fé e ir para o céu. Espírito sem corpo, uma vez longe de Deus, não tem como escapar das chamas ardentes do inferno.

 

“Buscai ao Senhor enquanto se pode achar, invocai-o enquanto está perto” (Isaías 55:6). Se tenho corpo ainda posso achar a Deus, se tenho corpo Ele está perto!.

 

O diabo é 100% mau: “Vós tendes por pai ao diabo, e quereis satisfazer os desejos de vosso pai. Ele foi homicida desde o princípio, e não se firmou na verdade, porque não há verdade nele. Quando ele profere mentira, fala do que lhe é próprio, porque é mentiroso, e pai da mentira” (João 8:44).

 

O homem quando fere alguém, geralmente se conforma em vê-lo derrotado. O diabo não, somente após vê-lo destruído.

 

Os seus pensamentos são maus, a sua natureza é má 24 horas por dia, 365 dias no ano, não têm descanso. Isso nos dá uma inquietação - ausência de frutos do Espírito: não temos amor, alegria, paz, paciência, bondade... O pior dos homens tem uma noção do bem e através da graça comum é capaz de amar alguém: os seus filhos, uma mulher, a sua mãe... Mas os espíritos ou são bons ou maus. A sua natureza é uma, não é dividida como a do homem.

 

Por este motivo, também para o diabo e os seus anjos não há qualquer chance de salvação.

 

 

JESUS CRISTO NÃO MORREU PELO diabo

 “Porque também Cristo morreu uma só vez pelos pecados, [o justo pelos injustos], para levar-nos a Deus; sendo, na verdade, morto na carne, mas vivificado no espírito” (1 Pedro 3:18). Essa morte só teve valor para a humanidade porque ele se tornou 100% homem, identificando-se com a humanidade pecadora. Sem essa identificação, a sua morte não teria valor algum para nós.

“Portanto, visto como os filhos são participantes comuns de carne e sangue, também ele (CRISTO) semelhantemente participou das mesmas coisas, para que pela morte derrotasse aquele que tinha o poder da morte, isto é, o Diabo; e livrasse todos aqueles que, com medo da morte (A HUMANIDADE), estavam por toda a vida sujeitos à escravidão. Pois, na verdade, não presta auxílio aos anjos, mas sim à descendência de Abraão. Pelo que convinha que em tudo fosse feito semelhante a seus irmãos, para se tornar um sumo sacerdote misericordioso e fiel nas coisas concernentes a Deus, a fim de fazer propiciação pelos pecados do povo. Porque naquilo que ele mesmo, sendo tentado, padeceu, pode socorrer aos que são tentados (Hebreus 2:14-18).

 

“Ele não presta auxílio a anjos”, em outras palavras, Jesus não morreu pelos demônios ou qualquer outro tipo de anjo, mas somente pela humanidade, portanto a sua morte não tem qualquer valor para eles. Para que a morte de Cristo fosse capaz de purificar demónios, Cristo teria que se tornar anjo, não pecar, morrer como anjo (morte substitutiva) , ressuscitar; e mesmo se isso fosse possível, já que anjo não morre (não estou a esquecer que Deus pode tudo ), os anjos teriam que se arrepender e receber Cristo pela fé para, enfim, serem salvos

 

Teríamos alguns problemas: anjo não morre (ainda bem que Adão não comeu da árvore da vida), anjo não se arrepende nem tem fé . Enfim, mesmo se Cristo, como anjo, morresse e ressuscitasse, teria morrido em vão.

 

Fora de Cristo, aos demônios só resta o Deus que é fogo consumidor e o seu fim já está determinado: “E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde estão a besta e o falso profeta; e de dia e de noite serão atormentados pelos séculos dos séculos” (Apocalipse 20:10).

 

Graças a Deus que não somos demónios e para nós há sim uma real salvação em Cristo: “Porque, se com a tua boca confessares a Jesus como Senhor, e em teu coração creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo” (Romanos 10:9). E que Deus nos conduza à vida. Amém.

 

(Autor: Laurentino Aguiar)

 

 

 

 

publicado por Miguel Sousa às 12:53

Janeiro 13 2013

 

"Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os. E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados. E toda a cidade se ajuntou à porta. E curou muitos que se achavam enfermos de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios, porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam. E, levantando-se de manhã, muito cedo, fazendo ainda escuro, saiu, e foi para um lugar deserto, e ali orava. E seguiram-no Simão e os que com ele estavam. E, achando-o, lhe disseram: Todos te buscam. E ele lhes disse: Vamos às aldeias vizinhas, para que eu ali também pregue; porque para isso vim. E pregava nas sinagogas deles, por toda a Galiléia, e expulsava os demônios." (Marcos 1.31-39)

 

"E maravilharam-se da sua doutrina, porque os ensinava como tendo autoridade, e não como os escribas. E estava na sinagoga deles um homem com um espírito imundo, o qual exclamou, Dizendo: Ah! que temos contigo, Jesus Nazareno? Vieste destruir-nos? Bem sei quem és: o Santo de Deus. E repreendeu-o Jesus, dizendo: Cala-te, e sai dele. Então o espírito imundo, convulsionando-o, e clamando com grande voz, saiu dele." (Marcos 1:22-26)

 

"E todos se admiraram, a ponto de perguntarem entre si, dizendo: Que é isto? Que nova doutrina é esta? Pois com autoridade ordena aos espíritos imundos, e eles lhe obedecem!" (Marcos 1:27)

 

Nunca tinham visto doutrina igual à de Jesus, principalmente de expulsar demónios e curar os enfermos.

 

“E logo correu a sua fama por toda a província da Galileia. E logo, saindo da sinagoga, foram à casa de Simão e de André com Tiago e João. E a sogra de Simão estava deitada com febre; e logo lhe falaram dela. Então, chegando-se a ela, tomou-a pela mão, e levantou-a; e imediatamente a febre a deixou, e servia-os. E, tendo chegado a tarde, quando já se estava pondo o sol, trouxeram-lhe todos os que se achavam enfermos, e os endemoninhados." (Marcos 1:28-32)

 

"E toda a cidade se ajuntou à porta. E curou muitos que se achavam enfermos de diversas enfermidades, e expulsou muitos demônios, porém não deixava falar os demônios, porque o conheciam." (Marcos 1:33-34)

 

Jesus sabia que os demónios eram mentirosos e enganadores e que não queriam ser expulsos daqueles corpos.

 

"E pregava nas sinagogas deles, por toda a Galileia, e expulsava os demônios." (Marcos 1:39)

 

"E os espíritos imundos vendo-o, prostravam-se diante dele, e clamavam, dizendo: Tu és o Filho de Deus. E ele os ameaçava muito, para que não o manifestassem. E subiu ao monte, e chamou para si os que ele quis; e vieram a ele. E nomeou doze para que estivessem com ele e os mandasse a pregar, E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios:" (Marcos 3:11-15)

 

"E para que tivessem o poder de curar as enfermidades e expulsar os demônios." (Marcos 3:15)

 

“E os escribas, que tinham descido de Jerusalém, diziam: Tem Belzebu, e pelo príncipe dos demônios expulsa os demônios. E, chamando-os a si, disse-lhes por parábolas: Como pode Satanás expulsar Satanás? E, se um reino se dividir contra si mesmo, tal reino não pode subsistir; E, se uma casa se dividir contra si mesma, tal casa não pode subsistir. E, se Satanás se levantar contra si mesmo, e for dividido, não pode subsistir; antes tem fim. Ninguém pode roubar os bens do valente, entrando-lhe em sua casa, se primeiro não maniatar o valente; e então roubará a sua casa. Na verdade vos digo que todos os pecados serão perdoados aos filhos dos homens, e toda a sorte de blasfêmias, com que blasfemarem; Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo (Porque diziam: Tem espírito imundo)." (Marcos 3:22-30)

 

"Qualquer, porém, que blasfemar contra o Espírito Santo, nunca obterá perdão, mas será réu do eterno juízo." (Marcos 3:29)

 

"(Porque diziam: Tem espírito imundo…)" Marcos 3.30

 

A maior blasfêmia é contra um servo de Jesus, cheio do Espírito Santo e dizer que ele tem espírito imundo, que expulsa os demónios porque serve Satanás. Pode um general debater com os seus próprios soldados?… Não!…como ganharia a guerra, sem os seus súbditos?

Numa guerra vence aquele que é MAIOR, MAIS PODEROSO. O NOME DELE É JESUS. E toma a casa do valente.

Os fariseus e os escribas, eram na época os que prevaleciam na lei de Moisés, mas Jesus não veio para tirar a lei, e sim cumprir a lei.

Jesus queria era mudar os costumes deles, os preconceitos, e revelar a verdade para eles. Mas o que é a verdade? E porque o ministério de Jesus é diferente?

O povo de Deus estava enganado espiritualmente, cego por um espírito maligno, a antiga serpente (Satanás), sofreu muito, mas esperava a promessa de Deus que chegariam para eles. Acreditavam em Deus! Mas o coração deles estavam duros, distantes, e não perceberam que Jesus é o Messias. Diferente da samaritana, que logo reconheceu o Messias.

Eram todos egoístas e não queriam que ninguém tomasse os seus lugares. Esperavam um rei, um governador para reinar o mundo terreno, físico. E Jesus vem para fazer um novo reino, o espiritual dentro de cada um deles.

“O meu reino não é deste mundo - O meu reino está em vós.”

Eles estavam a fazer uma rebelião contra o Mestre Jesus, por causa da sua nova doutrina, de curar e libertar os oprimidos e cativos de Satanás (expulsar os demónios, que são os anjos caídos juntamente com Satanás), que seria uma nova convocação para uma guerra espiritual. O Espírito Santo no homem, contra os espíritos enganadores de Satanás na terra. Jesus estava cheio do Espírito de Deus. Isaías 11:1 --- Jesus estava procurando revelar-Se com a sua doutrina, e os demónios sabiam disso. Que Jesus é o valente, que veio para derrotá-los.

 

Porque a blasfémia contra o Espírito Santo, é um pecado que não tem perdão?

Porque eles estavam blasfemando contra o Espírito que estava dentro de Jesus.

Diziam eles que Jesus expulsava os demónios com o poder do príncipe dos demónios. Mas nós sabemos que Jesus fazia isto com o poder do Espírito Santo de Deus. Então, está aqui a resposta do pecado contra o Espírito Santo.

 

"Porque diziam eles que Jesus estava cheio de demónio." (Marcos 3:30)

 

Eles não pecaram contra Jesus, mas pecaram contra aquele que estava em Jesus. Cheio do Espírito Santo.

E muitos hoje têm feito o mesmo contra os homens de Deus, cheio do Espírito Santo, que têm autoridade para fazer a mesma obra de Jesus na terra. Dizendo: É uma doutrina de satanás! Eles pecam contra o Espírito Santo.

 

publicado por Miguel Sousa às 22:47

Janeiro 03 2013

 

 

Havia um homem muito rico, que possuía muitas terras. Centenas de escravos trabalhavam nelas. Grandes e muitas eram as plantações de trigo. Muito bem preparados eram também os campos em que os escravos cuidavam da cultura de cereais. As vinhas estendiam-se pela planície imensa. E os pastos verdes, onde os rebanhos se multiplicavam, iam até as montanhas distantes...

E cada vez mais o homem se enriquecia. Exportava os seus produtos para os países vizinhos. Os mercadores de Tiro, de Sidon, de Esmirna e de Damasco estavam sempre em sua casa, realizando e combinando grandes negócios.

O homem rico havia mandado construir grandes armazéns para as suas colheitas. Mas, os celeiros, embora enormes, já eram insuficientes para armaze­nar os frutos dos seus campos de cultura.

Um dia, ele pensou: “Que farei? Os celeiros já estão pequenos... Não tenho mais onde recolher tantos frutos...”

E preocupado com as suas colheitas, cada vez maiores, resolveu derrubar os celeiros e construir outros muito maiores...

Mandou chamar os melhores construtores do país e foram edificados vários celeiros gigantescos.

E o grande agricultor ficou satisfeito quando contemplou, finalmente, as novas e imensas construções na sua rica e bem cuidada fazenda. Agora estava tranquilo. Os celeiros eram enormes e neles caberia toda a produção dos seus campos.

Disse aos amigos, aos construtores e aos servos:

— Agora poderei viver tranquilo muitos anos. Os celeiros podem armazenar todas as colheitas e tão cedo não será preciso aumentá-los. Posso agora, finalmente, viver sossegado e pensar somente na exportação dos produtos.

E à noite, muito satisfeito, antes de deitar-se, ao invés de orar, raciocinava e dizia a si mesmo: “Oh alma! Tens em depósito muitas riquezas, para muitos e muitos anos! Descansa, come, bebe e alegra-te.

E o rico deitou-se, muito orgulhoso da sua fortuna, confundindo corpo e alma, tão grande era a sua ignorância das coisas espirituais. Deitou-se sem um pensamento para Deus. Só imaginava que poderia, daquele dia em diante, viver sem preocupações, pois teria riquezas acumuladas para muitos anos.

Assim pensava o rico, mas, Deus pensava de outra maneira.

O rico pensava que era inteligente, mas, Deus achava que ele era simplesmente um homem sem juízo, um homem tolo.

E nessa mesma noite, após a inauguração dos celeiros e os pensamentos de orgulho do rico, Deus disse: Insensato, esta noite a tua alma será chamada; e o que tanto juntaste para quem será?

E sem que ninguém soubesse como, nem a que hora, nessa noite o rico morreu, sem um gemido e sem uma prece, no seu leito luxuoso.

Os seus planos de tranquilidade para o futuro foram inúteis. Ele não sabia que o futuro pertence somente a Deus. De nada lhe valeram os celeiros recheados de frutos e cereais. Inútil foi juntar tanta riqueza, sem nunca haver pensado em Deus nem nas necessidades do próximo. Morreu sem fé e sem humildade no coração. As suas riquezas de nada lhe valeram na Pátria Espiritual, porque ele nunca as utilizou para o bem dos outros. O que tem valor na Eternidade ele não possuia, porque nunca havia juntado “tesouros no Céu”, mas, somente na terra.

“Assim é aquele — diz Jesus, ao terminar a Parábola — que, para si, junta tesouros e não é rico para com Deus”

publicado por Miguel Sousa às 23:35

Dezembro 31 2012

Nosso Pai Celestial, dono do tempo e da eternidade, teu é o hoje e o amanhã, o passado e o futuro.

Ao acabar mais um ano, quero dizer-Te obrigado por tudo aquilo que recebi de Ti.

Obrigado pela vida e pelo amor, pelas flores, pelo ar e pelo sol, pela alegria e pela dor, pelo que foi possível e pelo que não foi.

Ofereço-te tudo o que fiz neste ano, o trabalho que pude realizar, as coisas que passaram pelas minhas mãos e o que com elas pude construir.

Apresento-te  as  pessoas que ao longo destes meses  amei, as amizades novas e os antigos  amores.

Os que estão perto de mim e aqueles que pude ajudar, as com quem compartilhei a vida, o trabalho, a dor e a alegria.

Mas também, Senhor, hoje quero pedir-te perdão. Perdão pelo tempo perdido, pelo dinheiro mal gasto, pela palavra inútil e o amor desperdiçado.

Perdão pelas obras vazias e pelo trabalho mal feito, perdão por viver sem entusiasmo.

Também pela oração que aos poucos fui adiando e que agora venho apresentar-Te, por todos meus ouvidos, descuidos e silêncios, novamente te peço perdão.

Nos próximos dias começaremos um novo ano. Paro a minha vida diante do novo calendário que ainda não se iniciou e te apresento estes dias, que somente Tu sabes se chegarei a vivê-los.

Hoje, te peço para mim, meus parentes e amigos, a paz e alegria, a fortaleza e a prudência, a lucidez e a sabedoria.

Quero viver cada dia com optimismo e bondade, levando a toda parte um coração cheio de compreensão e paz.

Fecha os meus ouvidos a toda falsidade e os meus lábios a palavras mentirosas, egoístas ou que magoem.

Abre sim, meu ser a tudo o que é bom.

Que o meu espírito seja repleto somente de bênçãos para que as derrame por onde passar.

Senhor, aos meus amigos que leem esta mensagem, enche-os de Sabedoria, Paz e Amor.

E que nossa amizade dure para sempre nos nossos corações.

Enche-me, também, de bondade e alegria para que todas as pessoas que eu encontrar no meu caminho possam descobrir em mim um pouquinho de Ti.

Dá-nos um ano feliz, e ensina-nos a repartir felicidade.

Amém

publicado por Miguel Sousa às 16:39

Mt 4:4 "Respondeu Jesus: Está escrito: Não só de pão vive o homem, mas de toda a palavra que sai da boca de DEUS." Jo 6:63 "O espírito é que vivifica, a carne nada serve. As palavras que eu vos disse são espírito e vida."
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